PALAVRA PROFÉTICA - O Exército de Joel





O Exército de Joel


Admiração, surpresa, receio, novidade inesperada e jamais pensada.

Eles irão sair das cavernas, das ruas, das praças, das prisões, das decepções, das angústias.
Desprezados, excluídos, humilhados, sofredores, perseguidos, chateados.
Odiados, chicoteados, cerrados, amassados, inclinados, amarrados, torturados.
Sem face, sem nome, sem parente, sem genealogia, sem patrão, sem pai, sem mãe, sem título, sem exclusividade, sem honra, sem força, sem poder, sem autoridade, sem tempo, sem meios, sem dinheiro, sem recursos, sem farda, sem bandeira, sem placa, sem templo, sem casa, sem apegos, sem desejo, sem manha, sem desculpa, sem tropeço, sem erro, sem falha, sem corpo, sem fala, sem voz, sem idéia, sem palavra, sem louvor, sem arma, sem granada, sem violência, sem corda, sem carro, sem trem, sem roupa, sem cabelo, sem beleza, sem perfume, sem maquiagem, sem terno, sem gravata, sem microfone, sem panfleto, sem rádio, sem TV, sem revista, sem banda, sem CD, sem palco, sem concentração, sem marcha, sem atos, sem livros, sem jornal, sem bancas, sem loja, sem apresentação, sem seminário, sem terra, sem céu, sem vida, sem nada.

São bandidos, prostitutas, mercadores, samaritanos, mendigos, ocupados, desocupados, pescadores, fazendeiros, carpinteiros, pastores, cobradores de impostos, publicanos, revolucionários, inconformados, depressivos, pesados, injuriados, cansados, mas insistentes.

Choram, amam, odeiam, se iram, se revoltam, falam mal, gritam, batem, advertem, corrigem, não escondem suas emoções, são verdadeiros, são autênticos, são realistas.

Homens e mulheres, que entregam suas vidas por uma causa sem interesse.
Homens valentes, que lutam sonhando com um reino aonde haverá apenas um Senhor.
Optam em não receber coroas humanas, para reverenciar apenas um Salvador.
Deixam tudo em prol de um objetivo, viver para Ele em todo tempo.
Aceitam cada um a sua cruz, e sofrem sozinhos e desamparados.
Nunca olham para trás, sempre adiante, mesmo vendo o impossível.
A cada dia, a cada caminhada, perdem coisas preciosas, mas nunca desistem.
Sacrificam seu tempo, suas famílias, seu passeio, para estarem de cabeça ao trabalho.
Não pensam em outra coisa, não anseiam por outras afinidades.
Tudo o que fazem, fazem visando apenas o aperfeiçoamento dos santos.
Não desviam o olhar, não tiram férias, não descansam e nem dormem.
Sempre alerta, sempre acordados, vigiando, marcando a hora e o tempo.
São pesquisadores e desesperados pela verdade, e a amam como um filho.
Criam em si condutas, que os levam a prática da justiça.
Não deixam de falar, quando vêem alguém no erro.
São inimigos da injustiça, do pecado, da corrupção, da divisão, da mentira e da fofoca.

Não roubam, não mentem, não escondem, não armam, não ferem, não usam as pessoas.
Andam com respeito, falam a verdade, cumprem suas obrigações, servem a todos.
São famílias, são filhos,
São pais nas horas precisas, são amigos no pranto.
Não possuem nada para si, seus bens são de todos e para ajudar a todos.
Andam nos passos dos pequenos, e correm na pista dos grandes.
Não são discriminadores, não fazem acepção das pessoas, amam a todos por igual.
Ajudam necessitados, limpam os feridos, socorrem ao aflito, dão casa aos mendigos.
Dão pão ao pedinte, não negam ao interesseiro, amam ao inimigo, oram pelos perseguidores.
Se parecem com anjos, se parecem com o filho, se parecem com o Pai.

O Exército será chamado: Os Rejeitados



Andantes por opção, num caminho que só recebem humilhação.
Seguidores por natureza, numa estrada de dor e aflição.
Andarilhos da causa impossível, bravos na luta invisível.
Discípulos seguros do escândalo de particularidade.

São seres, são reais, são feios, são bonitos, são todos normais.
Recebem a dor do irmão, sem ao menos proferir murmuração.
Abrem seus cofres, para a causa do aflito na fome.
Distribuem a senha de suas contas, para beneficiar as mães solteiras.

(Quem eram)




Eram normais, viviam como pessoas normais nesse mundo ilusório.
Comiam, bebiam, festejavam, amavam e por fim, se casavam.
Criavam suas normas, se adaptavam em ambientes diferentes,
Mantinham e defendiam suas gerações futuras, com suas vidas.

Eram amantes da vida, da sorte, da filosofia, da religião e da teologia.
Eram amigos dos padres, dos pastores, dos políticos e dos papas.
Eram jogadores da sena, da loto, da raspadinha e do jogo do bicho.
Eram fumantes, beberrões, charlatões, encrenqueiros e assassinos.

Gastava seu tempo, indo à igreja nos domingos com belos paletós.
Tinham carros de luxo, casas formosas, lindas esposas e muitos cães.
Apareciam na mídia, eram convidados para dar entrevistas, conselhos e suporte.
Seus livros vendiam além do que imaginavam, viviam em viagens palestrando.

Cheiravam tanto pó, que precisaram passar por cirurgia para refazer suas narinas.
Muitos deles possuem apenas um pulmão, o outro foi aniquilado pela nicotina.
Alguns não andam, não vêem, não sentem nenhum aroma por sofrer as conseqüências.
Outros possuem filhos em várias cidades, em vários estados, em vários países.

Viajavam pelo mundo, com seus aviões particulares.
Hotéis de luxo, cinco estrelas, saunas, copas magníficas, uma vida de rei.
Observantes autênticos, das sete maravilhas do mundo.
Donos dos próprios cartões postais, vistos nas realidades presentes neste mundo passageiro.

Curtidores dos êxtases, que levam adolescentes as ruínas.
Amantes dos produtos alucinógenos, que vendem nas esquinas.
Apostadores de rachas, nas avenidas mais movimentadas de São Paulo.
Formadores das quadrilhas de seqüestro, na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro.

Eram famosos, suas músicas estavam no topo da parada.
Seus nomes eram rotulados nas entrevistas da comunicação.
Suas fotos eram postas nos quartos da juventude, que crescia e os desejavam como exemplo.
Suas vidas estavam na boca, e no dia a dia dos habitantes da terra azul.

Dormiam sempre a uma da madrugada, após dar carinho para seus filhos e esposa.
Acordava às 4 da manhã, o trabalho era duro e o salário não bastava para o sustento.
O dia era difícil, a vida era uma luta constante, cada passo servia como ação para sobreviver.
Um movimento falso, ou uma atitude errada, uma decisão precipitada podia ser ruína para todos.

Era a rainha do carnaval, esperada como deusa no samba popular que invade as famílias.
Instrumento de beleza e sensualidade, destruidora da fidelidade dos homens inocente.
Formosa de nascença, espetáculo mesmo estando ausente em rodas de fãs.
Caluniadora indireta dos princípios da inocência juvenil, despertadora da lascívia.

Foi fiel a sua batina, certo da crença que seguia e lutava em razão ao que vivia.
Mantenedor do voto, que o mantinha ausente na relação entre corpos.
Guardião da fé, segundo o mandato imposto em sua vida por autoridades romanas.
Solidário do tempo, cumpridor da regra, falso no sermão e mentiroso no ser.

Foi pagador na lei dos homens, por um erro inaceitável perante a justiça social.
Anos gastos atrás das grades, que transmitiam fúria e revolta.
Apresentado as classes mais intelectuais do movimento, o crime compensa.
Rotulado para sempre como bandido, mesmo pagando sua falta perante a sociedade.

Trocou tudo o que possuía para dar o último gole, que poderia matá-lo.
Sacrificou bens, títulos, história, carreira, tempo, ajuda e aqueles que o amavam.
O vício o cegou de tal forma, que não via que cada gole, era um passo para a ruína.
Seu fim foi à solidão, a doença, a cama do hospital e o pior, o esquecimento de todos.

Entregou-se a uma paixão devastadora, que invadiu sua alma e sonhos.
Usou toda sua força para ir contra todos, negando até o sangue que corria em suas veias.
O sentimento não a deixava raciocinar, não a deixava ver, nem refletir e nem analisar.
Seu presente foi à devassidão, a troca, a paixão que passou e a realidade que chegou, todos que ela machucou.

Alistado como recruta, visto como soldado, persistente na carreira militar.
Forçado no juramento do silêncio era obrigado a honrar as ordens que recebia.
Mantinha na ponta do fuzil, a lista das cidades devastadas para o bolso dos poderosos.
Sua trajetória traça as medalhas de honra, em cima do sangue dos inocentes, seu fim é não se perdoar.

Amiga dos deuses, inimiga da luz, curandeira, macumbeira, dançante das rodas de candomblé.
Procurada para por em prática, a magia da felicidade, que destrói um casal feliz.
Oferecedora do alimento dos demônios, fiel no copo dos seres matadores.
Abandonada por seus guias, leprosa na alma, perturbada pelos orixás, desesperada pela luz.

Veio do norte tentar a sorte em São Paulo, sua poupança era a última refeição.
Sua esperança eram seus braços e sua força, sua sorte era o Autor olhar para baixo.
Sua vida era não dormir, para não levarem sua única roupa, que o guardava na noite.
Seu fim foi prosperar em meio à luta, e achar um apoio espiritual, mas em meio a tudo isso permanecia vazio.

Vidas semelhantes, trajetórias diferenciadas, mas com o mesmo propósito.
Guiar todos ao amadurecimento, de uma causa desconhecida pelos cegos.
Todos seguiam o que eram ensinados, faziam o que lhes foi passado.
Comer, beber, trabalhar, amar, sonhar, casar, crescer, enriquecer e morrer.

Brummmmmmmmmmmmmm! Brummmmmmmmmmmmmmmm!
Brummmmmmmmmmmmmm! Brummmmmmmmmmmmmmmm!

Até o dia da luz vir, e descer como alerta num escuro de anos vividos.
Rasgando suas mentalidades pobres, e fazendo-os ver quanta verdade criaram.
Verdades que os mantinham aprisionados, leis que os faziam aprisionar pobres.
Ruínas desabaram perante a luz inacessível, prédios caíram diante da realidade vinda do trono.

Como terremoto, como furacão, idêntico ao maremoto, igual ao tornado,
Balançou com violência, o mar acomodado de idéias criadas para suas segurança.
Quebrou sem medo o futuro certo, depositado nas mãos de homens fracos.
Mudou sua caminhada e os fez perder para ter, ao invés de investir para receber.

Assinaram, marcaram, deram um autógrafo, datilografaram, registraram seu nome.
Não resistiram mediante a luz, que raiou de forma clara sua audição.
Assinaram um papel, sem ao menos querer ler o que teriam de pagar,
Dentro de cada um sabiam. Ele só quer uma coisa, só algo lhe importa nossas vidas.

Ele não quer dinheiro, não quer lucro, não quer casas, não quer apresentações.
Ele não quer idéias, não quer bons, não quer formados, não quer sábios.
Ele não quer fortes, não quer capacitados, não quer independentes, não quer ausentes.
Ele não quer adultos, não quer robôs, não quer anjos, não quer corações duros.

Ele apenas quer morar, quer residir, quer viver, quer acompanhar.
Ele deseja conhecer, se apresentar, perguntar, responder, sorrir.
Ele adora brincar, ama ouvir, faz força para ser presente, nunca esta ausente.
Ele conta muitas histórias, ri de maneira incrível, canta com amor, adora ser aplaudido.

Ele odeia perder, não quer dividir, se enfurece com calunia, odeia negação.
Ele não suporta divisão, corre dos interesseiros, evita os bagunceiros.
Ele rejeita o orgulhoso, vira o rosto para o ofensor, não ouve o caluniador.
Ele se ira contra o opressor, contra o maquinador, contra o invejoso, contra o religioso.

Gosta de dançar, gosta de assistir, gosta de ver, gosta de receber.
Delicia-se com os lábios dos pequenos, cantando desafinado.
Ri dos crentes se matando aqui em baixo, e depois os vê tomando ceia.
Adora ler os novos conceitos formados pelos ateus. Depois adora aparecer para eles, quando morrem.

Conversa com todo mundo, recebe a todos, ouve desde o menor até o maior.
Tem prazer em julgar todo mundo, fazer justiça é seu hobby.
Compensa a quem lhe agrada, e destrói quem lhe falta com respeito.
Entrega a vida com amor, também tira a vida com todo carisma do amor.

Os Rejeitados Perseguidos Estarão Alegres.



É nele que depositamos nossa única riqueza como investimento.
Nossa vida entregue em perfeita ordem, para seu uso particular.
Perdemos para o mundo, mas receberemos uma herança incorruptível.
Neste tempo presente, fomos titulados como o escândalo da particularidade.

Nem nós sabemos mais o que somos, não sabemos mais o que nos tornamos.
Falamos como Ele, agimos da forma que Ele deixou como exemplo numa sociedade.
Andamos nas suas pisaduras, seguimos seus ensinamentos passo a passo.
A Sua vida é passada pelas letras, que recebemos de forma clara pela luz.

Por conta disso, fomos excluídos das rodas de amigos e das festas religiosas.
Expulsaram-nos das sinagogas, e cortaram nossa conta do BANESPA.
Faliram nossos comércios, quando deixaram de comprar nossos produtos.
Feriram nossos filhos, para tentar nos confrontar.

Armaram ciladas contra nossa integridade, influenciando a mídia divulgar.
Fomos taxados de uma série de nomes absurdos, que nunca permitimos nos contaminar.
Nossas imagens foram postas como exemplo, para a sociedade não seguir.
Nossas esposas e filhos receberam a herança da vergonha injusta, pela escolha que decidimos fazer.

Perdemos nossos bens, nossas casas, nosso convívio, nossa mordomia.
Vimos nossa segurança ir embora, e não pudemos mais voltar atrás.
Dormíamos ouvindo o choro dos nossos filhos, e o grito daqueles que eram pegos.
Cada vez mais e mais apareciam novos excluídos, aumentava o grupo, aumentava as bocas para comer.

Chegamos a pensar em voltar atrás, mas essa possibilidade não existia mais.
Quem assina o registro, entrega sua vida e deixa de controlá-la.
O caminho de volta se perde, com a nova trajetória de vida.
A ponte que ligava as velhas maneiras explode, para não haver desertores.

Tudo o que estava acontecendo, entendíamos de apenas uma forma,
Estávamos sendo levados para fora do sistema, para algum propósito específico.
Sentíamos que a cada exclusão, rompia-se em nosso meio uma nova visão de família.
Vivíamos no aguardo, de algo que viria e surpreenderia a todos.

A nossa alegria presente é sermos...

Catador, varredor, lanterninha, lixeiro, padeiro, jornaleiro, jardineiro, pedreiro, pintor, encanador, monitor, professor, diretor, amador, jogador, ator, vendedor, técnico, escritor, leitor, dona de casa, babá, estudante, universitário, estagiário, advogado, médico, cantor, jornalista, publicitário, juiz, desembargador, delegado, policial, bombeiro, missionário, pastor, padre, capitão, soldado, agente, motorista, cobrador, músico, enfermeiro, engenheiro, eletricista, caminhoneiro, motoqueiro, ilusionista, mágico, palhaço, voluntário, astronauta, geólogo, cientista, administrador, motoboy, entregador de pizza, chaveiro, carpinteiro, marceneiro, soldado, aviador, arqueólogo, frentista, caixa, guarda, porteiro, segurança, biólogo, farmacêutico, fisioterapeuta, naturalista, astrônomo, piloto, ecologista, físico, matemático, meteorologista, químico, filósofo, historiador, psicólogo, arquiteto, contador, doméstica, empregada, hoteleiro, museólogo, executivo, assistente social, turismo, editor, radialista, apresentador, engenheiro, banqueiro, artista cênico, artista plástico, cineasta, dançarino, decorador, fotógrafo, profissional de letras, lingüista, profissional de moda, produtor cultural, tradutor...

A Religião será Incomodada pelos Rejeitados


Mas...
Rumores noticiosos trazem por última instância,
Recados vindos de diversas partes do mundo,
Eles vêm de fontes estranhas,
Vem de lugares remotos.
Entram em nossos cotidianos, sem pedir licença,
Invadem nossas sinagogas, sem orientação,
Gritam nas ruas e praças, até ficarmos surdos,
Suas palavras incomodam nossa normalidade.
Quando ouvimos, perdemos o sono.
Quando escutamos, perdemos a fome.
Quando os vemos, vomitamos.
Quando conversamos, somos mudados de pensamento.

Corramos, fujamos, saíamos.

É o nosso lema de proteção,
Nossas crianças crescem separadas,
Nossos jovens são guardados desse mal.
Mude o caminho, não atenda ao telefone,
Mude a estação, troque o canal,
Não atenda a campainha, não aceite o panfleto,
Não cumprimente, nem de bom dia.
Saia do recinto, quando chegarem,
Peça a conta, quando aparecerem,
Peça demissão, por estar trabalhando junto,
Abandone sua esposa, caso ela caia nas mãos desses,
Mande embora seus filhos, ao primeiro sinal de contaminação.

Lembre-se!
Eles são como praga que cresce dia e noite,
Não descansam, não dormem, não comem, não vivem,
Estão para cumprir o que acreditam,
Vivem pela causa que pregam,
Olham para a vida terrena sem valor algum.

Seus corpos mesmo mutilados não afetam ao que crêem,
Eles não são humanos, nem seres racionais,
São estranhos, homens com outra mentalidade,
Pessoas que agem por uma força motivadora.

Existe algo que os leva a serem inabaláveis,
Exteriormente são fracos, mas por dentro são feitos de aço,
Ninguém os derruba, ninguém se atreve a enfrentá-los.


Quanto mais assassinamos, mais nascem com força superior.
Quanto mais queimamos em praças, mais produzem filhos em grande número.
Quanto mais odiamos, mais somos amados.
Quanto mais maltratamos, mais nos oferecem ajuda.
Quanto mais negamos água, mais se oferecem para abrir poços em nossos quintais.
Quando mais viramos o rosto, mais eles esperam para abrir a porta do restaurante.
Quanto mais batemos, mais eles viram a outra face para serem surrados.
Quanto mais esperamos um blasfemar, mas eles cantam hinos de louvor e agradecimento.
Quanto mais os irritamos, mais eles crescem em amor.
Quanto mais destruímos suas famílias, mais eles se tornam um.
Quanto mais ameaçamos para que fujam, mais eles agradecem e nos oferecem hospedagem.
Quanto mais perseguimos, menos trabalho temos, porque eles não fogem.
Quanto mais cortamos sua renda, mais prósperos e felizes eles são.
Quanto mais cortamos, mais fontes eles abrem.

Fontes intituladas sem nome.
Fontes sem face, ou sem desejo de tê-las.
Fontes sem filial, ou sem ao menos apresentação.
Fontes sem esforços, ou sem desejo de esforçar.
Fontes como vento,
Aonde ninguém sabe de onde vem, ou para onde vai.

Fontes dedicadas, fiéis, avançadas e otimistas.
Fontes sem medo, ousadas e fortes.
Fontes contrárias, corriqueiras e amantes da verdade.
Fontes cheias, convictas e discretas.
Fontes normais, que navegam conforme o Rei deseja.
Possuem apenas o necessário, para levar água aos aflitos.

Fontes destinadas, amadas e entregues.
Fontes de vida, de amor e paz.
Fontes que trazem luz, ao império das trevas.
Fontes que finalizam a prisão do pecado.
Fontes que libertam o cego ferido,
Trazendo vida, aos ossos secos, abandonados pelo sistema.

A Religião irá Protestar contra os Rejeitados

Mas quem dará atenção à mensagem?
Quem ouvirá essa pregação?
Quem se importa, em ouvir palavras em preto e branco, de fontes que ninguém sabe de onde vem?
Como podemos garantir que essas palavras falam a verdade, sobre o gosto do Rei?
Quem são eles para dizer?

Se são reais!
Porque não se apresentaram em nossas festas?
Porque não usaram nossos recursos? Para proclamar essa dita verdade, que hoje é apresentada a nós em última hora?
Quem dará crédito, há palavras que seguem ao contrário de tudo o que já preparamos?

Não estão registrados no nosso Rol de membros.
Nunca vimos seu extenso currículo de estudos eclesiásticos.
Não possuem uma denominação aparentemente sociável.
Até hoje não apareceram em nossos cafés da manhã.

Não aparecem quando fazemos a nossa marcha para Jesus.
Por onde andam quando realizamos nossos shows nos estádios?
Nunca aparecem quando nos reunimos para haver união no corpo.
Somem nas nossas premiações e entregas de troféus.

Não aceitam serem titulados por honras de nossas gravadoras.
Não querem gravar para serem conhecidos no mundo.
Ainda não encontrei um que defenda seus próprios ideais.
Correm quando oferecemos nossos manjares.

Não deixam que enfeitemos seus lugares de reunião.
Não permitem que usemos de todas as nossas tecnologias,
Que poderiam dar mais força para o que crêem.
São muito radicais perante coisas que aceitamos, para sermos sociais.

Não respondem nosso convite para entrarmos em debate.
Não visitam nossas rádios para cantar.
Não imploram um horário em nossa TV nacional.
Não querem gravar um DVD para serem conhecidos.

Suas reuniões são estranhas para nosso costume.
Todos são iguais, sentam em qualquer lugar e não gostam de aparecer.
Não existe maior ou menor, não existe cleros ou leigos, pretos ou brancos.
Todos catam no mesmo tom, respeitam a mesma palavra, vivem a mesma verdade.

Cantam como os pássaros, choram como mães que perderam seu primogênito.
Não gastam horas para se arrumar, não mantém horários fixo para se reunirem.
Não existe começo, nem meio e muito menos fim.
Adoram se reunir e passam horas tendo comunhão uns com os outros.

São pobres e ao mesmo tempo ricos, ou ricos desapegados ao que possuem.
Liberais em extremo, guardadores uns dos outros.
Pais, mães, líderes e mestres.
Não lhes falta nada, também não lhes sobra nada, por entregarem aos outros.
Constroem sem pedir favor, cuidam sem desejar troca, morrem por espontaneidade.

São confusos, para nosso raciocínio religioso.
Tentamos entendê-los, mas seus ideais ferem nossos costumes.
Não podemos nos misturar, mantendo vivo o que mais lutamos na vida,
Optamos em sermos religiosos, e crer que estamos corretos no que fazemos.

Haverá Desespero nos Rejeitados por Água

Sem água, sem luz, sem terra, sem telefone, sem internet, sem dinheiro.
Sem poupança, sem fiador, sem aluguel, sem roupa, sem comida, sem televisão.
Sem remédio, sem tratamento, sem doença, sem médico, sem anestesia, sem seguro.
Sem cinema, sem shoping, sem praia, sem tênis, sem golfe, sem bola, sem vídeo game.

Só vemos escuridão imperando em nossos quartos.
Desilusão sentada na nossa sala, sorrindo para nossos filhos.
O medo da insegurança ronda nossa porta.
A dúvida de estarmos corretos ao que optamos, começa a ter espaço na nossa mesa de refeição.

Os dias se passam e nada acontece, só vemos mais excluídos para alimentar.
As crianças crescem numa velocidade incrível, até nos surpreendem.
Elas são mais otimistas que nós, escrevem nas paredes da caverna.
Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam ao Rei, daqueles que são chamados segundo seu propósito.

Existem dias que levantamos, e sentimos que estamos sozinhos.
Outros que estamos perto de algo que não sabemos.
Alguns que algo vai acontecer a qualquer momento.
Mas na maioria que fomos esquecidos pelo grande Eu Sou.

Nossos filhos nos perguntam. Pai! Onde está a ordem para sairmos da caverna.
Nossos pais nos questionam. Filho! Você tem certeza que recebeu algo Divino.
Nossos anciãos levantam a voz e choram, gritam, louvam, se revoltam.
Nossas esposas lamentam, nos afrontam, enfrentam e nos abandonam.

Parece que tudo está cooperando para nos desanimar.
Sentimos estar sendo avaliados num teste de persistência.
Cada dia aparece um novo problema para nos desafiar.
Obstáculos cada vez mais difíceis de passar.

Estamos no nosso limite, esgotamos nossas forças.
Nossas reservas foram usadas na última invasão dos cegos.
Jogaram pedras e paus, e tentaram queimar nosso lar.
A sorte é que estamos em nosso refúgio, o Lugar Forte de Adulão.

Não sei até quando iremos suportar tamanha pressão.
A cada ataque, nossos corações recebem cortes jamais cicatrizados.
Nossas mentes, não comportam mais tantas lembranças maldosas.
Estamos vendo tudo desabar, e a única palavra que nos surge é. Socorre-nos Altíssimo!

Fazemos de tudo para chamar a atenção dos céus.
Gritamos, pulamos, choramos, corremos, sacudimos, balançamos, brigamos, exortamos.
Cumprimentamos, nos abraçamos, nos amamos, nos batemos, nos ferimos, nos curamos.
Passamos noites em claro, dias em jejum, tardes em comunhão e manhãs em expectativa.

Qualquer nova idéia nos serve para aliviar nosso desespero.
Qualquer nova canção serve para pormos para fora, esse peso em nosso coração.
Qualquer orientação de um inspirado nos leva a investir, crendo num resultado incerto.
Qualquer sonho que indique um modo de realizar alguma coisa, estamos pronto para fazê-lo.

Falamos com os cavalos, com os bodes, com as vacas, com as ovelhas, com os cabritos.
Conversamos com os cachorros, com os gatos, com os pássaros, com os falcões.
Tentamos ouvir as árvores, as folhas, as palmeiras, as flores e a natureza.
Ouvimos atentamente o canto dos pássaros, o latido do cão, o miado do gato e o rosnar da mula.

Estamos loucos! Não...
Estamos malucos! Também não...
Estamos desequilibrados! Muito menos...
Estamos desesperados! Sim e muito.

A ponto de ouvir o zumbir da Abelha, e crer que nele existe um recado.
Atentar para o sussurrar da Águia, visando decifrá-lo.
Esperar com cautela o gazear da Andorinha, para entendê-lo.
Ouvir o assobiar da Anta, para respondê-lo.
Escutar pela manhã o grasnar da Arara, para nos posicionar.
Seguir no rugir da Avestruz, algumas orientações.
Exultar no bufar da Baleia, e correr no mar para o aviso.
Aguardar o pouso do Beija-Flor, e estar em cautela para seu trissar.
O Boi, o Bezerro e o Bode, berram na mesma ordem, mas ainda não entendemos.
O Besouro zumbi em nossos ouvidos, e não deciframos seu código.
Os Búfalos bramam em unidade, mas sua força é irrelevante para nosso linguajar.
Até o Burro azurra, um recado e não compreendemos.
A Cabra e o Cabrito fazem harmonia no balir, mas não recebem uma resposta.
Vemos o Camelo atravessar o deserto, e vir blaterar na nossa porta, mas não pudemos recebê-lo.
Os Camundongos estão guinchando, e não percebemos.
O Canário modula em alto som, a verdade que tanto esperamos.
A Cigarra nos acorda, com seu zunir para nos moldar.
A Coruja se assenta em nossa caverna, e ri da nossa ignorância.
Estamos sempre ouvindo o crasnar do Corvo, parece que estamos entendendo algo.
O Crocodilo esta rugindo para nossos filhos, temos esperança que captem algo.
O Cuco cucula, mas só nos perturba.
Gostamos do barrir do Elefante, talvez tenhamos progresso.
A Ema está desesperançosa, não vem mais até nós para grasnar.
O pipiar do Falcão está cada vez mais longe.
As Formigas não nos dão mais atenção, até seus gestos não são passados de forma clara.
Os Gafanhotos pararam com a praga, para ziziar ao nosso favor, mas se arrependeram.
A Galinha deixou de ciscar, para colaborar com sua carcarejada, e acabou morrendo de fome.
O Ganso grita, por uma atenção, quer que todos ouçam sua mensagem.
Nas noites ouvimos o chirriar do Grilo, parece um código em forma de canção.
A Hiena solta nas montanhas, muitas gargalhadas sobre nós.
Já o Hipopótamo sobe da água para grunhir, arrependimento sobre todos.
Os Insetos chiam, conseqüências de causas misteriosas.
Mas o Javali rosna na sujeira, como um sinal de perigo.
O Jumento desfila seu zurrar vagarosamente, esperando nossa atenção.
Porém o Lobo tenta tocar a trombeta, antes do tempo com seu uivar.
O Macaco assobia, em forma de protesto.
E os Morcegos já se acostumaram, com seus hospedes rejeitados em seu habitat.
As Moscas sempre vem zunindo, nas nossas refeições.
E a Onça deixou de caçar, para urrar em nosso quintal.
A Ovelha berra tanto, que pensamos que está machucada.
Já o Papagaio, repete em voz alta nossa frase cotidiana.

Oh! Se fendesses os céus, e descesses, e os montes tremessem à tua presença...
Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Rei além de ti, que opera a favor daquele que por Ele espera.
Todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia, e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como o vento nos arrebatam.
E não há quem invoque o teu nome, que desperte, e te detenha, pois escondeste de nós o teu rosto e nos consumiste, por causa das nossas iniqüidades.
Mas agora, ó Altíssimo, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu o nosso oleiro, e todos nós obra das tuas mãos.

O Pardal chaia longe do seu lar, algo que vem de sua alma.
Cardumes de Peixes se aproximam, com roncos terríveis para nos animar.
Os Pernilongos cantam para nos acordar, dependendo do caso, até picam.
Nossa cabeça está alterada, de tanto o Pica-pau estridular.
O Tigre vem sorrateiro, mas brama com força para que façamos nosso chamado.
Recebemos vários Ursos, que se aposentam no inverno em nossas cavernas,
Eles rugem pelo amor que sentem, aguardando nossa manifestação.

Todos os animais estão aflitos como nós,
Percebemos que suas vidas estão desorientadas,
Perdeu-se a Lei, que regia seu tempo,
Sumiu o regente, que ditava as regras.

A ordem da paz foi trocada pelo desleixo da ansiedade.
O mundo animal foi atingido pela deslealdade.
A bandeira do orgulho rasgou-se com o vento da ira.
Os passos do Senhor Leão, foram para aonde o sol se esconde.

A trombeta se aposentou,
O cajado real foi esquecido,
A lanterna se apagou,
A coroa foi roubada.

O Rei se ausentou pela falta de respeito.
A terra sente sua falta por colher às conseqüências.
O homem permanece cego pela sua dureza.
Os céus apenas aguardam, e o tempo se esgota para agir.

Em Todo Tempo o Engano irá Rodear os Rejeitados, Eles têm de Discernir o Caminho da Verdade.

Guardados em chaves no refúgio chamado Adulão,
Dominados pelo medo e pela frieza do abandono,
Ouvimos uma voz, como de águas dizer.
Levantem-se para me conhecer.
Um Vento terrível começou a invadir nosso lugar.
Vinha cortando como faca afiada para matar.
Seu som era como um trovão raivoso,
Dava para ouvir seus passos, como de um grande exército.
O Vento era tão forte que não tinha começo, meio, ou fim.
Sentíamos que seu propósito era destruir tudo na terra.
Parecia possuir uma personalidade raivosa de justiça.
Seu propósito era arrasar, o que encontrava de pé.
Assobios sem controle, afrontavam nosso sossego.
Éramos pressionados a agir de maneira inconstante.
Alguns saiam da razão, e caiam na tentação.
Outros acabavam sendo levados pelo vento atrativo.
Chegamos à razão da consciência sobre sua vinda,
Ele não nos trouxe paz, e sim engano.
A conclusão do nosso espia foi,
A mensagem do Soberano não está nele.

Tremor, terror, batidas, fendas partidas diante de um Terremoto.
A terra se assusta, perante tão grande sinal de destruição.
Parece o fim, que todos um dia leram nos jornais e assistiram na TV.
O terremoto ultrapassa os sinais vermelhos, do limite da normalidade.
O horror se apresenta pelo imprevisto da acomodação.
A carta de aviso foi anulada pela razão da surdez.
Seu mal impera com pressa de cumprir sua ordem.
Derrubando tudo que foi levantado, por mãos humanas.
Nada fica de pé, perante o tremor que abala os fundamentos.
O que estava enterrado passa agora a ser visto pelo mundo.
A aparência do mal veio para desmascarar a falsidade do bem.
Todos fogem, pois o terremoto desvendou a capa de Acã escondida pelos falsos.
O falso fundamento não consegue resistir à força do tremor.
Os chãos abrem valas, jamais imaginadas pelos poderosos.
As piores façanhas enterradas no escuro da noite vergonhosa,
Foram vomitadas pela terra, com a ajuda do imperdoável Terremoto.
Porém, mesmo com ira devastadora.
Notamos no modo racional,
Mais uma passagem dura,
Em mais uma, o Rei não estava.

Fogo maquiavélico, de aparência boa e santa.
Vem consumindo a força dos santos persistentes.
Encanta pela cor que possue, mas é uma arapuca de devastidão.
Queima lentamente a fé, de um reino eterno que se estabelecerá.
Os santos são enganados na sua astúcia,
Seu convite cheira leite e mel,
Suas garras só são reveladas,
Quando a presa já negociou sua alma.
Ele vem oferecendo seus manjares, para aqueles que estão cativos em terra estranha.
Oferece de maneira encantadora oásis, para os desertores perdidos no deserto.
Aparece no momento da fome, com um saboroso prato de lentilha.
Entrega até coroas de rei, iludindo suas presas com uma autoridade falsa.
Vai devastando tudo o que encontra pela frente, sem respeitar anos de história.
Elimina as novas idéias, as novas expectativas, os novos planos e os recém acordados.
Atraí suas presas com o convite do paraíso, prometendo a água da juventude.
Quando enlaçados, os sonhos tornam-se como cinzas escuras sem chances de reviver.
Conhecemos esse Fogo que vem contra nós.
Ele vem tentando nos levar para sua queima de horror.
Tenta se aproximar como um amigo de horas difíceis.
Mas sua finalidade é nos afastar do propósito.
O Altíssimo não está neste Fogo.

Silêncio absoluto, a ponto de ouvir as batidas do coração.
Paralisação do tempo nesta esfera humana.
Saberíamos se uma agulha caísse na nossa frente.
Até nossa respiração podia ser decifrada pelo olhar.
Inesperado como trovão, aguardado com sede de morte que se aproxima,
Uma luz inacessível se apresenta nessa nossa humilde e miserável situação.
Algo jamais visto ou vivido em todo tempo que estamos aqui.
Alguns não conseguem ver, de forma clara sua fisionomia.
Sua expressão nos deixa arrepiados, sua presença nos amedronta.
Alguns correm com medo de serem consumidos,
Outros estão paralisados, perante a visão tão aterrorizante.
Alguns estão de joelhos clamando para não morrer.
Algo extremamente sensível está em seu olhar,
Notamos que o movimento de suas asas nos transmite paz.
A cada toque, percebemos o local sendo transformado.
Não conseguimos definir, visão, sonho, realidade ou superstição.
Estatura alta, vestes como a luz, definição perfeita de um varão.
Ordenado a cumprir uma tarefa com um olhar calmo,
Possuidor de uma espada aterrorizante,
Portador de uma mensagem de valor.
A luz invade a escuridão da nossa natureza terrena,
Ela aproxima devagar, com focos santos de paz,
Cada passo desse ser, invade nossa hospitalidade,
Em todo instante, nossa intimidade é explorada.
Quanto mais se aproxima, mais a luz revela nossas marcas,
Todos estão sendo averiguados lentamente, pela sua visão ousada.
O brilho de sua veste passa, e muda o clima das nossas cavernas.
O Ser observa atentamente cada frase, escrita pelo desespero em nossas paredes.



“Os Rejeitados morrem com paz pela honra da espada”

“Os Rejeitados choram na dor como um cântico de agradecimento”

“A espada do Rei irá nos responder no momento do fim”

“Os Rejeitados esperam pela Trombeta antes da morte”

“Os Rejeitados aprenderam a lutar sem usar a força”

“Os Rejeitados já morreram”

“Os Rejeitados esperam por respostas”

“Os Rejeitados perdem seus filhos pela ordem do Soberano”

“Os Rejeitados perguntam, por quê?”

Opa! Parada, momento, concentração.
Expectativa de algo, que lhe chamou a atenção.
No fim dos aposentos, gravado pelo sangue da aflição,
Nossa frase memorial lhe despertou interesse.

“Os Rejeitados afirmam. Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides, ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento, ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado, todavia, nós Rejeitados esperaremos no nosso Rei, guardador da nossa salvação”.

Ronaldo José Vicente (ronjvicente@gmail.com)

Comentários

  1. caraca ze ta escrevendo pacas, rsrsrs
    maneiro gostei.

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  2. Estamos loucos! Não...
    Estamos malucos! Também não...
    Estamos desequilibrados! Muito menos...
    Estamos desesperados! Sim e muito.

    Muita verdade!!

    ResponderExcluir

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