OS SÍMBOLOS (os cegos não compreendem)





Vejam! Homens e mulheres com a capacidade de refletir,
Podem ouvir e analisar, sobressair e averiguar, pois podem opinar.

Conseguem discernir ou talvez tentem intrometer através de seus raciocínios cegos,
Um entendimento além do alcance dos loucos, que crêem estar vendo como águias,
Mas são como tatus, vivem com uma visão da terra e cavam buracos sem fim.

Não conseguem ouvir as aves de asas diferentes pousarem nas árvores que já morreram?

Morreram quando deram frutos, pois os próprios criaram vida e independência e passaram a sugar sua sobrevivência.

O que dizer dos Leões!

Não possuem mais dentes para devorar a presa, querem apenas se assentar na moita e ver os lobos fazerem a festa.

E os elefantes metropolitanos! Carregam seus macacos com vestes reais, ao invés das viúvas que emprestam seus seios para amamentar os órfãos.

A selva se perdeu, reza para ser devorada pela serra teológica, que vem comandada pelos bebês com caras cheias de rugas.

As aves trazem o banquete aos profetas, mas eles saíram do deserto e aceitaram o convite de Jezabel, estão deitados em seu seio.

Os urubus tomaram a torre dos atalaias, levam sua carniça e escolhem doze eleitos para propagar sua nova revelação para o século 21.

Foram leiloados os muros que protegiam os samaritanos, seu valor foi entregue para os ditos possuidores do cajado da autoridade.

As cobras nem rastejam mais, ela se assentam na mesa dos humanos e trazem uma cesta de frutos para ajudar no cardápio.

Os porcos construíram uma torre, conseguiram ajuda dos cavalos e pediram para o beija-flor elevar sua placa nomeada “Babilônia”,
Ela é vista nos quatro cantos da terra e ainda recebe um dia da semana como homenagem dos moradores.

Os romanos deixaram sua pátria para segui-la. Os gregos filosofam em prol da sua soberania e os brasileiros recebem tudo sem contestar.

Mas o mar continua lançando ondas na terra, e contesta com todas as forças para as autoridades, desejando mais espaço para expandir seu reino.

As nuvens não querem mais testemunhar, paqueram os ventos para que sejam levadas para longe dos homens.

Homens! Que homens? Todos estão sem partes, faltam-lhes braços, pernas, cabelos, olhos, dentes, roupas, faces, bocas, dedos e armaduras.

A espada está sem corte, serve apenas para empurrar ou cavar buracos na terra e enterrar as ovelhas.

O pastor delas jogou fora o cajado, se intitulou apóstolo e agora viaja pelo universo através do tapete do Aladim.

Até criou uma elite, são profetas sem olhos, sem barba, sem vara e sem direção; são sacerdotes sem roupa, sem sacrifício, sem marcas e sem perdão.

Hahaha! Até as hienas lecionam uma piada melhor do que esta. Pelo menos assumem quem são, pedem os dízimos e ainda fazem campanha para aumentar a renda.

Também, a leoa fechou seu ventre e não quer mais continuar sua genealogia, Ausentou-se e deixa o reino seguir sem reis.

Podemos perguntar sobre as águias? Ficam apenas nas montanhas e não descem para avisar os cegos que o caminho está bloqueado.

As represas não pensam mais em liberdade, buscam a aposentadoria e tapam os ouvidos quando os pobres clamam por água.

Ninguém entende os símbolos da profecia, todos sonham com água e discernem que é barro; Sonham com cobra e interpretam flores no jardim do Éden.

Montam em camelos e prosseguem para a primeira concessionária, para adquirir uma bíblia de prestações para a eternidade.

Oh! Interpretação escassa da população que se diz estar ligada ao trono da verdade.
Tem uma lupa nas mãos e conseguem ver através dela um labirinto de idéias humanísticas.

Povo desgraçado, povo lastimável, povo ordinário, povo sem visão.

Tem olhos e não enxergam, tem visão e não alcançam, tem audição e ouvem apenas o contrário mantido pelo código das regras.

Ninguém está entendendo? Ninguém está vendo? Ninguém ainda discerne o novo departamento celestial?

Que lástima! Que ignorância! Que tragédia! Que revolta! Que desesperança! Que irresponsabilidade! Que normalidade! Que aberração!

O exército da causa crê veementemente que é a geração que trará o reino.

Parabéns infelizes que correm como tartarugas e voam como pardais.

Nadam como as baleias e caçam como seres irracionais.

Dizem marchar para a mesma direção, mas seus passos nem a sofisticada tecnologia conseguem diagnosticar.

Ah! Decadência mirabolante dos capitães, que andam fardados com o nome santidade, mas pedem contribuição para Faraó em momentos de decisão.

Reine Babilônia, pois seus dias estão contados. Os homens entenderam que não precisam lutar contra seu império, mas apenas esperar a Justiça divina.

Reine Nabucodonosor do século XXI, pois em breve a ira decidirá seu fim, quando estiver contemplando suas obras.

O fundamento já está lançado, lá vem às águias e os leões com força para definir por vez o mandado dos céus.

O tabernáculo será restaurado com pedras da glória, o templo será reconstruído com colunas feitas de ouro, as portas serão abertas e os rios inundarão toda a cidade terrena.

Cantem povos, línguas, nações e tribos.
Louvem becos, cidades, fortalezas e aldeias.
Soem aos quatro cantos a trombeta da guerra do fim.

A terra verá por fim o que olhos nunca creram, e o que muito sangue caiu como testemunha sobre os céus.

Ela descerá adornada com cintilantes luzes, que iluminará cada espaço escuro na terra dos rebeldes.

Virá tão viva e será implantada em forma de trono, para receber por vez o único digno de se assentar perante a terra e os céus.

O Rei com face do verdadeiro Leão que ruge e todos entendem sua mensagem,

Organizará todos os povos, ajuntará as nações e com Ele e para Ele reinaremos pela eternidade.

Ronaldo José Vicente 

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