Uma Ação no Reino

Primeira Atitude de Abrão - Um Altar ao Senhor



 
     Imagine um homem que luta para construir uma casa, ele passa por grandes provações e até pensa em desistir. Mas no final acaba conquistando sua terra, seu sonho e seus ideais. Após esta conquista, qual seria a primeira atitude deste homem? Obviamente seria descansar, aproveitar e se agraciar no que tanto tempo batalhou para alcançar. Mas este não foi o caso de Abrão, que estando ao local determinado pelo Senhor, ainda teve um trabalho para fazer.

Gn.12:7 –“Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: A tua semente darei esta terra. Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera”.

Antes de enfatizarmos o Altar precisamos ver o que está por trás desta ação. Iremos abrir três etapas e chamá-las de “fundamento” dado pelo Senhor a Abrão, antes de preparar o Altar.

Vejamos:

1) Para entender o primeiro fundamento iremos meditar na palavra. No texto de Gênesis Abrão edifica um altar ao Senhor, e para haver uma aceitação divina, Abrão tinha de estar num lugar aprovado. Sem sombra de dúvida Abrão estava neste lugar.

Gn.11:31“Tomou Tera a Abrão seu filho, e a Ló filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos Caldeus, a fim de ir para a terra de Canaã; e vieram até Harã, e ali habitaram”.

     Não podemos afirmar que Tera, pai de Abrão ouviu a voz do Senhor para sair da terra e vir para Canaã. Mas algo que nos faz pensar é como sem ouvir a voz de Deus, ele decide vir exatamente para onde o Altíssimo gostaria de começar suas promessas com seu filho Abrão. Não sabemos muito da vida de Tera, o pouco que sabemos é que inconscientemente ele colaborou para o plano vindouro do Senhor. O interessante é que esta motivação não levou Tera para a terra de Canaã, mas ele apenas foi usado para ser instrumento de algo que viria a ser conquistado por seu filho. Sem Abrão as promessas não chegariam, mas sem Tera, Abrão também não conseguiria pisar na terra.

     Por mais que as escrituras não relatem, com certeza havia uma ligação entre Abrão e Tera por uma meta inconsciente, não tão clara, pois o Senhor ainda não havia se revelado para Abrão.

     Podemos afirmar que Tera contribuiu da forma que poderia, mesmo não estando completamente consciente daquilo que estava fazendo, mas através de sua ação entendemos o primeiro passo para uma continuidade, ou seja, Tera inicia, começa, abre o caminho. Pense comigo: Tera era o mais velho, sendo assim era ele quem dava as ordens e conduzia Abrão por um caminho que distinguia ser o certo. Mesmo não ouvindo a voz do Senhor claramente, Tera agia por uma motivação que com certeza estava vindo do Senhor (subentende).

     Para compreendermos o espírito da palavra temos que ver a figura de Tera, como representante de uma geração que começou a abrir um caminho, mesmo vivendo numa situação de engano. E o que começa por eles não se lança fora, em relação às motivações, mas o que se rejeita são as velhas atitudes que já abordamos.

     Neste primeiro fundamento também temos que ver Abrão como continuidade mais clara dos propósitos Divinos para toda a humanidade. E notar que Abrão passa a ouvir mais forte o chamado do Senhor, mas não podemos negligenciar a figura do seu pai Tera, que iniciou este chamado da forma que poderia.

     Então vemos duas gerações, uma iniciada por Tera, e que para no meio do caminho sobre a terra de “Harã”, mas que é continuado por Abrão, seu filho. Uma nova geração que prossegue o caminho que foi aberto.

     Este é o primeiro fundamento e necessitamos tomar muito cuidado, pois atualmente não temos em nossos corações o reconhecimento pelo evangelho que recebemos. Nossa geração é uma continuidade de homens anteriores que fizeram o possível para começar o que ninguém tinha coragem de iniciar, a busca pela terra que traria o ambiente certo para o filho da promessa nascer.

     Nossos pais começaram da forma que poderiam, e nós somos frutos desta luta que deve prosseguir. Mas esta continuação precisa ser mais clara e dirigida pelo Senhor, e como vimos, precisamos permanecer na linha em que estavam peregrinando, não permitindo que as velhas maneiras que os acompanhavam passem para nós.

     Há uma linha fina neste propósito e é este seguimento que temos de entender. Não podemos dispensar tudo, pois no meio está à direção, pois é nela que estamos caminhando. Mas como já vimos na história da Igreja, esta direção vem cheia de barganhas humanas que ainda desejam contaminar o novo, são estas atitudes que devemos rejeitar e anular de uma vez por todas da nossa geração. Devemos seguir apenas ao chamado que vem do trono de Deus.

     O primeiro fundamento é dar continuidade nesta busca, rejeitando o velho e carnal, reconhecendo que estamos no meio de uma caravana, e que não somos prioridade, mas apenas homens dando continuidade. Se pensarmos assim, teremos enormes chances de aprender o que nossos pais viveram.

     O primeiro está baseado na postura de não negligenciar o que nossos pais conquistaram, mesmo soando como rasas perfurações. Se deixarmos de lado nossa concepção avalista, e focarmos nossas metas no alvo, e não nas distrações ocorridas na vida da geração anterior, podemos ter a direção certa para continuar a perfuração, e saber que os erros cometidos não serão mais aceitos por nós, pois foram feitos e servem de exemplo para não cometermos.

2) O segundo fundamento soa um pouco mais forte, e confronta nossa forma de ver uma conquista. Às vezes somos levados a buscar algo, e quando adquirirmos, conseqüentemente aposentamos todas as nossas forças, crendo termos chegado ao nosso maior triunfo.

     Pensamos que aquilo que obtivemos pelo nosso maior limite de busca, é a etapa final daquilo que batalhamos muitos anos. Mais é neste ponto que nos enganamos. Porque quando olhamos com nossa visão limitada, vemos limites nos planos do Senhor para nossas vidas. E com isto tentamos limitar um Deus que de maneira alguma é limitado, mas nossa mente e nossa visão passam a transformá-lo nisto, e que conseqüentemente depois o transmitimos na nossa busca.

     Vejamos Abrão que parecia limitado numa busca, a terra, e que também recebia o limite do seu pai, Tera. Nem seu pai e nem Abrão vinham em busca de um filho da promessa, mas em busca de uma terra, pois a visão de ambos só se limitava a isto.

     Mas a promessa só viria por um filho, sem o filho ela não poderia se manifestar, ou seja, a terra era apenas a preparação para este filho (promessa). Ambos não viam (Abrão e Tera). Porque ainda estavam limitados numa visão humana, que restringia apenas uma conquista.

     Isto ocorre em Abrão enquanto permanecia em ligação a visão do seu pai, mas quando passa a ouvir a voz do Senhor, e posteriormente caminha sendo orientado pelo Altíssimo, podemos observar que sua limitada visão passa a ser ilimitada.

Pense comigo: Qual seria a primeira atitude de um homem que sonha com uma casa, e que buscou conquistá-la após anos de trabalho? Seria se satisfazer com ela, parar de lutar tanto e descansar, porque ele não vê a casa como um início para um condomínio, mas num fim de sua luta diária por um objetivo limitado. Qual era a principal busca de Abrão? A terra? Se era a terra, porque então Abrão não descansou? Como vimos Abrão faz um Altar ao Senhor na terra que já estava pisando e que ainda não descansara.

     Então chegamos ao segundo fundamento, nele vemos que Abrão não segue uma visão limitada ou algo adquirido por seus pais. Mas segue a direção do Altíssimo, sabendo que a sua primeira ordem de conquista, não é o fim, e sim o começo de um plano eterno.

     Abrão não se restringiu apenas na terra, pois a terra que buscava não era o fim de uma promessa, mas o início de algo que viria e abrangeria toda a raça humana. Abrão perde a visão limitada por conhecer ao Senhor, e sem conhecê-lo isto jamais ocorreria. Sabemos da peregrinação deste homem, e com certeza da sua caminhada, onde o Senhor tirou suas escamas para ensiná-lo a ver de forma mais longe.

     O segundo fundamento é extremamente importante, pois temos de cessar esta nossa visão limitada. Para seguirmos a linha do primeiro fundamento, temos de continuar o segundo com uma visão maior.

     Temos que reconhecer que nossa visão atual está longe da visão de Deus, que no momento é teoria. Precisamos clamar para o Senhor abrir nossa visão, para vermos o início (que achamos ser o fim), para nunca desistirmos ou acomodarmos, mas crermos inteiramente que a primeira conquista vem como abertura imediata para grandes propósitos eternos.

3) O terceiro fundamento é a base principal, e define com muita orientação a edificação do Altar para o Altíssimo. Após entendermos os dois fundamentos, passamos a compreender o mais importante, o que nos leva a fazer; o que homem nenhum tem a capacidade de fazer, um Altar dedicado totalmente ao Senhor.

     Para fazer este Altar houve passos que levaram Abrão a edificá-lo da maneira mais correta possível. Então ocorre o terceiro fundamento, que é a aparição genuína do Senhor a Abrão.

Pense comigo: Quando inventamos algo, nós o fazemos por que fomos inspirados por uma força desconhecida. É uma idéia que achamos ter vindo de nós, mas na verdade veio de alguma fonte.

     Esta invenção corre para um fim, vinda de um incentivo, e este incentivo nos leva a inventar para uma visão proveitosa. Mas o ponto é que esta invenção é feita pela nossa capacidade, e acompanhada de todas as nossas características. Este seria o sentido lógico de uma invenção humana, que vem de uma inspiração, mas é enraizado em muitos conteúdos particulares.

     Da mesma maneira poderíamos dizer que o Altar feito por Abrão, fora há princípio criado por uma mente humana, de características pessoais. Este ponto seria o sentido mais provável, o Altíssimo motiva Abrão a fazer o Altar, e ele o cria da maneira que lhe convém. Então suas idéias, crenças, motivações, argumentos, desejos, personalidades, pedidos e uma infinidade de características, que envolvem a personalidade do homem, estariam presentes neste Altar. Será que foi desta forma com Abrão?

Cremos que não, pois no caso de Abrão houve uma intervenção divina. Pois o Altar só é feito mediante a presença do Senhor. Então podemos levantar uma questão: Porque o Altar só é feito quando o Senhor está presente?

Vejamos um exemplo pela vida de Moisés.

A ordem sobre o tabernáculo



Ex.25:40 –“Atenta, pois que os faças conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte”.

At.7:44 –“Estava entre nossos pais no deserto o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto”.

Hb.8:5 – “Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou”.

     No caso de Moisés, o Senhor passa todas as ordens e medidas conforme desejava, e mesmo entregando a planta, Deus faz questão de lhe mostrar uma figura espiritual, para que Moisés não saísse do modelo apresentado. Por quê? Porque Deus não queria nada de intervenção ou idéias humanas na construção. Por isso o Senhor aparece a Moisés no monte, e lhe mostra um modelo que teria de seguir, sem nenhum acréscimo.

     Através do autor de Hebreus, podemos ver que em sua citação ele compara o tabernáculo como sombra daquilo que havia de vir. Sabemos que nunca uma sombra pode exceder a realidade do verdadeiro. Faça um teste com sua própria sombra e veja se nela existe um braço a mais, ou uma perna a menos. Ou se existem duas cabeças em seu corpo, ou outras características que desfiguram a origem de quem você realmente é.

     Se seu corpo é perfeito, sua sombra deve ser o reflexo do que você é. Da mesma forma o tabernáculo sendo realizado por Moisés, deveria ser passado como imagem de uma obra que seria sombra daquilo que havia de vir.

     Todos sabem ao longo da história que o homem põe a mão em algo e o destrói. Isto é conseqüência da sua queda, parece que o mal originado do pecado o leva a contaminar obras visíveis. Deus sabia disto, então exige de Moisés o seguimento da figura do tabernáculo.

Vejamos outro exemplo

Esd.3:1-6 –“CHEGANDO, pois, o sétimo mês, e estando os filhos de Israel já nas cidades, ajuntou-se o povo, como um só homem, em Jerusalém. E levantou-se Jesuá, filho de Jozadaque, e seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos, e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, o homem de Deus. E firmaram o altar sobre as suas bases, porque o terror estava sobre eles, por causa dos povos das terras; e ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, holocaustos pela manhã e à tarde. E celebraram a festa dos tabernáculos, como está escrito; ofereceram holocaustos cada dia, por ordem, conforme ao rito, cada coisa em seu dia. E depois disto o holocausto contínuo, e os das luas novas e de todas as solenidades consagradas ao SENHOR; como também de qualquer que oferecia oferta voluntária ao SENHOR;Desde o primeiro dia do sétimo mês começaram a oferecer holocaustos ao SENHOR; porém ainda não estavam postos os fundamentos do templo do SENHOR”.

     No livro de Esdras vemos algo espetacular. O povo de Israel volta da Babilônia após o cativeiro e quando retornam através de um despertar do Espírito (1:5), ocorre em suas ações uma prioridade. Esta ação não foi construir casas para si, nem muros, fortalezas ou o próprio templo. Mas a primeira ação dos Israelitas fora construir um Altar ao Senhor.

     Precisamos entender a importância do Altar, porque ele vem primeiro que o próprio fundamento da casa de Deus. A prioridade em se fazer o Altar está ligada no restabelecimento do culto a Deus. Não tem como construir um palácio ao Rei, se o povo que o edifica não estiver em ligação com este Rei. O máximo que terão de beneficio será uma breve visita.

     Israel poderia ter começado pelos alicerces da casa de Deus, mas se o fizessem estariam apenas levantando um templo que permaneceria vazio. Pois o próprio Senhor não estaria nele. O fato de haver em primeiro lugar a construção do Altar, era uma espécie de restabelecimento da comunhão com Deus. A casa de Deus era o receptor da sua presença, mas o Altar seria o restabelecimento da comunhão do povo com o Senhor.

Esd.1:3 – “E firmaram o altar sobre as suas bases, porque o terror estava sobre eles, por causa dos povos das terras; e ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, holocaustos pela manhã e à tarde”.

     Todo o Altar tinha a sua base, como também tinham os outros utensílios da casa de Deus (IRs.7:27, 30, 35, 39,43). Era uma espécie de suporte que o manteria forte sobre uma determinada localização. A base do Altar é um ponto primordial para sua edificação. Sem a base o Altar não pode se firmar.
No período que a Babilônia invade Jerusalém, note um texto que pode nos ajudar a compreender melhor esta questão:

IIRs.25:13 – “Quebraram mais, os caldeus, as colunas de cobre que estavam na casa do SENHOR, como também as bases e o mar de cobre que estavam na casa do SENHOR; e levaram o seu bronze para Babilônia”.

     Quando se destrói algo numa superfície, para que haja realmente sua aniquilação, deve-se atacar a base inferior que sustenta a estrutura localizada na parte superior. Quando os caldeus destruíram a base, eles estavam exterminando toda sustentação de qualquer reconstrução futura. Estamos vendo isto de forma histórica ou natural. Mas vamos analisar este ponto de forma espiritual, para que captemos a revelação da palavra.

     Creio que devam existir inúmeras revelações sobre qual seria a base do Altar. Mas quero enfatizar apenas uma para que possamos finalizar este tópico.

A base do Altar é o despertar




Esd.1:5 –“Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém”.

Ag.1:14 –“E o SENHOR suscitou o espírito de Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e o espírito de todo o restante do povo, e eles vieram, e fizeram a obra na casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus”.

     Sem o despertar do Senhor não há como haver a base do Altar. Sabemos que o Altar não é algo visível, palpável, feito por mãos humanas. Mas o Altar são pessoas que restabelecem a comunhão com o trono do Altíssimo. Estas pessoas só conseguem fazer através de um verdadeiro clamor que sai de seus corações.

     É impossível o homem promover este clamor, pois em seu coração só existe a intenção carnal, o desejo, o prazer, a satisfação própria originada do egoísmo. Este é o coração humano, originado do pecado (Gn.6:5/Jr.17:9/Mt.15:19/Ob.1:3/Ef.4:18/Is.29:13). Neste estado, o único clamor produzido está contaminado com uma alma cheia de misturas.

     Mas quando ocorre a intervenção de Deus e os homens são despertados, conseqüentemente podemos esperar e presenciar um futuro avivamento na terra.
Foi o Espírito de Deus que despertou os Israelitas cativos na Babilônia. É ilógico alguém sair de uma terra rica, como era a Babilônia, para voltar a uma terra toda destruída. Os judeus estavam há tempos residindo em outra terra (Jr.25), e neste tempo não houve menção alguma de retornar para Jerusalém. Porque ainda o Espírito de Deus não havia despertado ninguém.

     Quando Deus decide acordar o povo, podemos associar este ato como base de um Altar que seria reconstruído. Sem o despertar, não teria como o povo se mover. Mas quando ocorre a chamada do Espírito sobre determinados corações, podemos ver que muitos atenderam ao soar da trombeta, vieram trazendo em suas próprias vidas a base do Altar que restabeleceria a comunhão com o Trono de Deus.
(Observe também IRs.18:30, Elias restaura o altar antes do Senhor mandar fogo do céu).

Resumindo

     Para concluirmos esta parte precisamos traçar um paralelo com a Igreja. Devemos clamar para o Senhor despertar seus sacerdotes (Jl.2:17), pois esta é a base para restabelecer novamente um Altar ao Senhor. Precisamos tomar muito cuidado, por que existe um falso despertamento sendo espalhado em nosso meio (2Cor.11:13/Tg.1:22/2Pd.2:1/1Jo.4:1/Ap.2:2).

     A Igreja tem investido na teologia da prosperidade, na promessa individual, na superação dos problemas pelas próprias forças, na corrida da fé, aonde o forte chega primeiro. Existe um despertar atuante nas pregações, onde aqueles que dizem estarem sendo acordados ainda permanecem na própria terra (Babilônia, sistema, religiosidade, velhas maneiras).

      Só há uma forma de sabermos quando o Espírito está realmente despertando. Quando aquele que for tocado desejar voltar para Jerusalém (terra do Senhor, restabelecer o culto, reconstruir o altar), por que o próprio não verá mais sentido em permanecer nas velhas maneiras.

     Que o Espírito de Deus desperte a Noiva para que as bases possam voltar para sua origem, que é a sustentação do Altar.

Rom.13:11“E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”.

IIPd.1:10-13 –“Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade. E tenho por justo, enquanto estiver neste tabernáculo, despertar-vos com admoestações”.

Pr. Ronaldo José Vicente (ronjvicente@gmail.com)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quem foi o primeiro Profeta

Avivamento nas Ilhas Fiji

AVIVAMENTO NAS ILHAS HÉBRIDAS