George Whitefield - O furacão de Deus!
O estado da
Inglaterra antes do avivamento
O
século 18 foi um tempo de grandes trevas morais e espirituais, inquietação
politica e carências sociais em muitas partes do mundo. Na Inglaterra, o deísmo
teve efeitos devastadores, e a autoridade da Bíblia ficou abalada no país
inteiro. Eram abundantes a indiferença espiritual e o ceticismo, e a liberdade
havia se degenerado em licenciosidade. A religião fora esvaziada da sua
espiritualidade e do seu poder. Vista com desprezo, era no máximo um código de
ética. As massas eram intocadas pela igreja. Aqui e acolá havia alguns
ministros piedosos e fiéis, mas o clero, em grande parte, era constituído de
líderes de fachada que, além de não ensinar a doutrina da salvação pela fé,
ainda se opunham a ela. Muitos eram conhecidos por hábitos de embriaguez. Às
vezes até mesmo lideravam os tumultos contra os avivalistas.
Nos círculos mais altos da sociedade, pessoas zombavam quando
a religião era mencionada. A grande maioria dos estadistas de renome era
descrente, e eles eram conhecidos por sua vida grosseiramente imoral, que
escarnecia do casamento. As famosas cartas de Lorde Chesterfield para educar
seu filho incluíam instruções de como seduzir as mulheres.
Muitos do clero, sustentados pelo Estado, não viviam perto
das igrejas para as quais tinham sido designados. Recebiam seus proventos, mas
alguns jamais viram sua paróquia. Certo bispo gabou-se de que só teria ido uma
vez à sua paróquia – vivia habitualmente à beira do lagoa. Os cultos nas
igrejas estavam em declínio, os prédios das igrejas caindo aos pedaços, a
adoração era negligenciada. Não mais que quatro ou cinco membros da Câmara dos
Comuns frequentavam a igreja. Certa vez, o lorde Bolingbrooke repreendeu um
grupo de pastores por seu estilo de vida, dizendo que era “o maior milagre do
mundo” o cristianismo sobreviver quando estava entregue nas mãos de “homens tão
anticristãos quanto os senhores”.
O povo comum na Inglaterra antes do avivamento era, em sua
maioria, gente ignorante e espantosamente cruel. As escolas existiam somente
para a elite. Poucas cidades tinham qualquer espécie de força policial, e a
ralé saqueava e pilhava Londres e Birmingham, queimando as casas, escancarando
as cadeias e aterrorizando o povo.
Os criminosos ficavam cada vez mais ousados e intimidavam a
população. Uma em cada três casas em Londres vendia bebida forte, e bares
convidavam o público a “embebedar-se por uma moeda, ou beber até cair por duas
patacas, e palha sobre a qual deitar até acabar o torpor da bebedeira”.
Os moradores de Londres raramente viajavam depois do
anoitecer, até mesmo para os subúrbios mais próximos, a não ser com uma escolta
armada. Os contrabandistas operavam nas regiões costeiras, e bandos armados
levavam as mercadorias até Londres. Até mesmo as atividades esportivas eram
brutais: brigas de galo, touradas, brigas de ursos e selvagens rinhas de
buldogues.
A despeito da força policial ineficaz, a justiça criminal
era implacável. Havia pelo menos 160 atos declarados como “passiveis de pena de
morte sem benefício de clero” – ou seja, morte imediata. Derrubar uma
cerejeira, surrupiar alguma coisa da mão de um homem e fugir com ela, roubos de
quarenta xelins ou mais de uma casa, roubar de uma loja o valor de cinco xelins
– até 1800, todas essas coisas levavam à pena de morte. Há documentação de que
quarenta a cinquenta pessoas eram enforcadas a cada sessão dos tribunais.
As cadeias estavam cheias, eram escuras e imundas, com o
cheiro ofensivo dos esgotos abertos que corriam pelas celas das prisões. Não
havia roupa de cama e faltava água, e oferecia-se apenas dois pedaços de pão
por pessoa ao dia. Muitos prisioneiros morriam em seus calabouços sujos e
sombrios. Foi nessas prisões que Wesley e outros membros de seu grupo começaram
a ministrar no início do período do avivamento.
(Retirado
do livro: Fogo do Avivamento. Wesley L. Duewel. United Press. São Paulo. 2016,
p.40)
George Whitefield
(1714-1770)
(1714-1770)
O
Clube Santo
No início da década
de 1730, os irmãos Wesleys juntaram alguns colegas estudantes no quarto de John
no Lincoln College, Universidade de Oxford, buscando sinceramente a santidade.
A membresia passou a ser de quinze pessoas, nunca mais que 25. Depois que John
deixou Oxford em 1735, o grupo se desintegrou. Inicialmente, ele foi chamado de
“Clube Santo”.
Esses jovens
buscavam viver sob rigorosas regras, no intuito de alcançar a santidade. Havia
um método de autoexame, toda semana participavam da comunhão, jejuavam a cada
quarta e sexta-feira em imitação à igreja primitiva, e visitavam regularmente
os prisioneiros e enfermos. Procuravam diligentemente agradar a Deus e ser
santos com seus métodos, pelo que muitas pessoas começaram a chama-los de “metodistas”.
John e Charles
Wesley foram à América servir aos indígenas e colonos, mas obtiveram pouco
sucesso. Seus altos padrões de vida santa e sua pregação direta contra os
pecados mais populares fazia as pessoas fecharem o coração contra eles.
Voltaram para a Inglaterra após um ano e meio. Mas Deus viu esses corações
famintos e sinceros. George Whitefield, Charles Wesley e, em 24 de maio de 1738
o próprio John Wesley, obtiveram a certeza de que seus pecados foram perdoados,
e a partir de então começaram a ensinar e pregar a salvação imediata pela fé.
O
início do avivamento
No dia de ano-novo
de 1739, John e Charles Wesley, George Whitefield e mais quarto membros do
Clube Santo, com mais sessenta pessoas de pensamento semelhante, promoveram uma
“festa de amor” em Londres, na Fetter Lane.
Cerca
de três horas da manhã, quando continuávamos instando em oração, veio sobre nós
o poder de Deus de maneira poderosa, a ponto de muitos gritarem, não se
contendo de alegria, e outros caírem ao chão (vencidos pelo poder de Deus).
Logo que nos recobramos um pouco daquele espanto e senso de admiração da
presença de sua majestade, rompemos a uma só voz: “Louvamos-te, ó Deus;
reconhecemos que só tu és o Senhor”.
Esse
acontecimento tem sido chamado de o Pentecostes metodista.
Cinco noites depois
disso, oito desses “metodistas”
oraram e conversaram até altas horas, saindo de lá “convictos de que Deus
estava prestes a fazer grandes coisas”. Em outra noite dessa mesma semana, um
grupo de reuniu e passou a noite inteira em oração.
No fim de semana
seguinte, em 14 de Janeiro de 1739, George Whitefield foi ordenado. Passou o dia antes de sua
ordenação em jejum e oração até o entardecer. Levantou-se cedo no domingo pela
manhã para orar. “Quando subi ao altar,
não pude pensar em nada senão em Samuel, menino diante do Senhor. Quando o
bispo impôs as mãos sobre mim, meu coração foi derretido, e ofereci-me,
espírito, alma e corpo, ao serviço do santuário de Deus! Com a ordem do bispo,
li o evangelho com poder”.
Daquele dia em
diante, George Whitefield pregou com
grande unção e poder. Contava apenas 22 anos de idade, mas sempre que falava as
multidões se ajuntavam para ouvi-lo. As suas salas estavam cheias de estudantes
de Oxford. Ele escreveu: “Durmo muito pouco. Tivesse eu mil mãos,
emprega-las-ia todas. Quisera ter mil línguas para louvá-lo. Ele ainda opera em
mim mais e mais”.
Nos primeiros dias
do grande avivamento, foi George Whitefield, mais do que John Wesley, quem
ousou inovar e liderar. Quando George Whitefield pregou na igreja de Bermondsey
em fevereiro de 1739, a multidão era tão grande que até o quintal ficou cheio.
Deus conduziu George Whitefield a ir para fora a fim de pregar. Em vestes
clericais, George Whitefield pregou seu primeiro sermão ao ar livre a uma
congregação de duzentas pessoas, e começou um novo dia na história do
evangelho.
As multidões se
avolumavam a cada dia, até chegar a umas 20 mil pessoas reunidas. Alguns dos
ricos ficavam sentados em suas carruagens, e outros, em seus cavalos. Algumas
pessoas subiam nas árvores, e por toda parte as pessoas se ajuntavam pelo
terreno para ouvir a pregação de George Whitefield. Por vezes, todos eram levados
às lágrimas, tomados pelo Espírito de Deus.
Desejo, todas as
vezes que subir ao púlpito, considerar essa oportunidade como a última que me é
dada de pregar; e a última dada ao povo para ouvir a Palavra de Deus.
Curiosamente ele, raramente, pregava sem chorar: Vós me censurais por que
choro. Mas como posso conter-me, quando não chorais por vós mesmos, apesar das
vossas almas mortais estarem à beira da destruição? Não sabeis se estais
ouvindo o último sermão, ou não, ou se jamais tereis outra oportunidade de
chegar a Cristo, admoestava.
Essa paixão
irresistível pela pregação da Palavra é a melhor explicação para alguns
fenômenos, ou melhor, milagres espirituais que acompanhariam a carreira
ministerial de Whitefield. Em 1750, por exemplo, ele conseguiu reunir dez mil
pessoas, diariamente, nas ruas de Londres durante 28 dias, em um evento que,
hoje, chamaríamos de cruzadas evangelísticas. Entretanto, a diferença é que ele
pregava em uma época em que não havia microfones ou quaisquer outros recursos tecnológicos
para ampliar o volume de sua voz. Jornais daquela época registraram que
Whitefield podia ser ouvido por mais de 1 km, apesar de seu corpo franzino e de
sua voz fraca, por causa dos problemas de saúde. Isso era um milagre de Deus
com certeza.
(Retirado
do livro: Fogo do Avivamento. Wesley L. Duewel. United Press. São Paulo. 2016,
p.44)
Nascimento
A vida de Jorge
Whitefield era um milagre. Nasceu em uma taberna de bebidas alcoólicas. Antes
de completar três anos, seu pai faleceu. Sua mãe casou-se novamente, mas a
Jorge foi permitido continuar os estudos na escola. Na pensão de sua mãe, fazia
a limpeza dos quartos, lavava roupa e vendia bebidas no bar. Estranho que
pareça e apesar de não ser salvo, interessava-se grandemente pela leitura das
Escrituras, lendo a Bíblia até alta noite preparando sermões. Na escola era
conhecido como orador: Sua eloqüência era natural e espontânea, um dom
extraordinário de Deus, dom que possuía sem ele mesmo saber.
Custeou os próprios
estudos em Pembroke College, Oxford, servindo como garçom em um hotel. Depois
de estar algum tempo em Oxford, ajuntou-se ao grupo de estudantes a que
pertenciam João e Carlos Wesley. Passou muito tempo, como os demais do grupo,
jejuando e esforçando-se para mortificar a carne, a fim de alcançar a salvação,
sem compreender que "a verdadeira
religião é a união da alma com Deus e a formação de Cristo em nós."
Acerca da sua
salvação, escreveu algum tempo antes de morrer: "Sei o lugar onde... Todas as vezes que vou a Oxford, sinto-me impelido
a ir primeiro a este lugar onde Jesus se revelou a mim, pela primeira vez, e me
deu o novo nascimento".
Whitefield nunca se
esqueceu nem deixou de aplicar a si as seguintes palavras do Doutor Delaney:
"Desejo, todas as vezes que subir ao
púlpito, considerar essa oportunidade como a última que me é dada de pregar, e
a última dada ao povo de ouvir". Alguém assim escreveu sobre uma de
suas pregações: "Quase nunca pregava sem chorar e sei que as suas lágrimas
eram sinceras. Ouvi-o dizer: 'Vós me
censurais porque choro. Mas, como posso conter-me, quando não chorais por vós
mesmos, apesar das vossas almas mortais estarem a beira da destruição? Não
sabeis se estais ouvindo o último sermão, ou não, ou se jamais tereis outra
oportunidade de chegar a Cristo!" Chorava, às vezes, até parecer que
estava morto e custava a recuperar as forças. Diz-se que os corações da maioria
dos ouvintes eram derretidos pelo calor intenso de seu espírito, como prata na
fornalha do refinador.
Também não foi
porque lhe faltasse oposição. Repetidas vezes Whitefield pregou nos campos,
porque as igrejas fecharam-lhe as portas. Às vezes nem os hotéis queriam
aceitá-lo como hóspede. Em Basingstoke foi agredido a pauladas. Em
Staffordshire atiraram-lhe torrões de terra. Em Moorfield destruíram a mesa que
lhe servia de púlpito e arremessaram contra ele o lixo da feira. Em Evesham, as
autoridades, antes de seu sermão, ameaçaram prendê-lo, se pregasse. Em Exeter,
enquanto pregava a dez mil pessoas, foi apedrejado de tal forma que pensou
haver chegado para ele a hora, como o ensangüentado Estevão, de ser
imediatamente chamado à presença do Mestre. Em outro lugar, apedrejaram-no
novamente, até ficar coberto de sangue. Verdadeiramente levava no corpo, até a
morte, as marcas de Jesus.
O segredo de tais frutos
na sua pregação era o seu amor para com Deus. Quando ainda muito novo, passava
noites inteiras lendo a Bíblia, que muito amava. Depois de se converter, teve a
primeira daquelas experiências de sentir-se arrebatado, ficando a sua alma
inteiramente aberta, cheia, purificada, iluminada da glória e levada a
sacrificar-se, inteiramente, ao seu Salvador.
Desde então nunca
mais foi indiferente em servir a Deus, mas regozijava-se no alvo de trabalhar
de toda a sua alma, e de todas as suas forças, e de todo seu entendimento. Só
achava interesse nos cultos e escreveu para sua mãe que nunca mais voltaria ao
seu emprego. Consagrou a vida completamente a Cristo. E a manifestação exterior
daquela vida nunca excedia a sua realidade interior, portanto, nunca mostrou cansaço
nem diminuiu a marcha durante o resto de sua vida.
Como Deus estendeu
a sua mão para operar prodígios por meio de seu servo, vê-se no seguinte: Num
estrado perante a multidão, depois de alguns momentos de oração em silêncio,
Whitefield anunciou de maneira solene o texto: "É ordenado aos homens que
morram uma só vez, e depois disto vem o juízo". Depois de curto silêncio,
ouviu-se um grito de horror, vindo dum lugar entre a multidão. Um pregador
presente foi até o local da ocorrência, para saber o que tinha acontecido. Logo
voltou e disse: - "Irmão Whitefield, estamos entre os mortos e os que
estão morrendo. Uma alma imortal foi chamada à eternidade. O anjo da destruição
está passando sobre o auditório. Clame em alta voz e.não cesse". Então foi
anunciado ao povo que um dentre a multidão havia morrido. Então Whitefield leu
a segunda vez o mesmo texto: "É
ordenado aos homens que morram uma só vez". Do local onde a Senhora
Huntington estava em pé, veio outro grito agudo. De novo, um tremor de horror
passou por toda a multidão quando anunciaram que outra pessoa havia morrido.
Whitefield, porém, em vez de ficar tomado de pânico, como os demais, suplicou
graça ao Ajudador invisível e começou, com eloquência tremenda, a prevenir os
impenitentes do perigo. Não devemos concluir, contudo, que ele era ou sempre
solene ou sempre veemente. Nunca houve quem experimentasse mais formas de
pregar do que ele.
Apesar da sua
grande obra, não se pode acusar Whitefield de procurar fama ou riquezas
terrestres. Sentia fome e sede da simplicidade e sinceridade divina. Dominava
todos os seus interesses e os transformava para glória do reino do seu Senhor.
Não ajuntou ao redor de si os seus convertidos para formar outra denominação,
como alguns esperavam. Não, apenas dava todo o seu ser, mas queria "mais línguas, mais corpos, mais almas a usar
para o Senhor Jesus".
A maior parte de
suas viagens à América do Norte foram feitas a favor do orfanato que fundara na
colônia da Geórgia. Vivia na pobreza e esforçava-se para granjear o necessário
para o orfanato. Amava os órfãos ternamente, escrevendo-lhes cartas e
dirigindo-se a cada um pelo nome. Para muitas dessas crianças, ele era o único
pai, o único meio de elas terem o sustento. Fez uma grande parte da sua obra
evangelística entre os órfãos e quase todos permaneceram crentes fiéis, sendo
que um bom número deles se tornaram ministros do Evangelho.
Whitefield não era
de físico robusto: desde a mocidade sofria quase constantemente, anelando,
muitas vezes, partir e estar com Cristo. A maior parte dos pregadores acham
impossível pregar quando estão enfermos como ele.
Assim foi que, aos
65 anos de idade, durante sua sétima viagem à América do Norte, findou a sua
carreira na Terra, uma vida escondida com Cristo em Deus e derramada num sacrifício
de amor pelos homens. No dia antes de falecer, teve de esforçar-se para ficar
em pé. Porém, ao levantar-se, em Exeter, perante um auditório demasiado grande
para caber em qualquer prédio, o poder de Deus veio sobre ele e pregou, como de
costume, durante duas horas. Um dos que assistiram disse que "seu rosto brilhava como o sol".
O fogo aceso no seu
coração no dia de oração e jejum, quando da sua separação para o ministério,
ardeu até dentro dos seus ossos e nunca se apagou (Jeremias 20.9).Certo homem eminente
dissera a Whitefield: "Não espero que Deus chame o irmão, breve, para o
lar eterno, mas quando isso acontecer, regozijar-me-ei ao ouvir o seu
testemunho". O pregador respondeu: "Então ficará desapontado;
morrerei calado. A vontade de Deus é dar-me tantos ensejos para testificar dele
durante minha vida, que não me serão dados outros na hora da morte".
E sua
morte ocorreu como predissera.
Depois do sermão,
em Exeter, foi a Newburyport para passar a noite na casa do pastor. Ao subir
para o quarto de dormir, virou-se na escada e, com a vela na mão, proferiu uma
curta mensagem aos amigos que ali estavam e insistiam em que pregasse.
Às duas horas da
madrugada acordou. Faltava-lhe o fôlego e pronunciou para o seu companheiro as
suas últimas palavras na Terra: "Estou
morrendo".
No seu enterro, os
sinos das igrejas de Newburyport dobraram e as bandeiras ficaram a meia-haste.
Ministros de toda a parte vieram assistir aos funerais; milhares de pessoas não
conseguiram chegar perto da porta da igreja, por causa da imensa multidão.
Conforme seu pedido, foi enterrado sob o púlpito da igreja.
Se quisermos os
mesmos frutos de ver milhares salvos, como Jorge Whitefield os teve, temos de
seguir o seu exemplo de oração e dedicação.
- Alguém pensa que é tarefa demais? Que
diria Jorge Whitefield, junto, agora, com os que levou a Cristo, se lhe
fizéssemos essa pergunta?
-->
(Retirado
do Livro: Heróis da Fé, Orlando S.Boyer.CPAD.1999, RJ)




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