Neste Blog você encontrará um conteúdo voltado a história cristã, enfatizando homens que tiveram uma "Causa" para lutar marcando assim a história. Você encontrará também um conteúdo voltado aos Profetas de Israel, observando o caminho profético, profecias, dom e escritos bíblicos. Você encontrará também vários artigos teológicos sobre o Antigo Testamento, tratando sobre dons, Anjos, Sobrenatural e o Espiritual.
Francisco de Assis - O santo pobre de Deus!
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A lenda[1]
começou no dia que Francisco morreu. Ele foi canonizado - em 1228 - pela igreja
medieval; artistas e poetas contribuíram com esta beatificação concedendo a
Francisco um lugar incomparável na história do cristianismo. O pintor Giotto
retratou-o como um dos que mais sofreu as dores de Cristo. Dante colocou-o
acima de doutores e fundadores de ordens medievais na sua obra “Divina Comédia” - c.1305. Francisco foi
tão exaltado como o perfeito imitador de Cristo que os reformadores
protestantes acreditavam que a memória dele tinha usurpado o lugar de Cristo na
devoção popular.
A história de Francisco de
Assis é uma daquelas histórias estranhas e perturbadoras que geram em quem as
lê, admiração misturada com perplexidade. Sua vida era, em alguns aspectos, o
que deveria ser a vida cristã; em outros aspectos era tão contrária à piedade
genuína que pode levar alguém a reagir com certa repulsa. Esta foi a vida de um
santo medieval incomum.
Início da Sua Vida
Francisco nasceu em 1182, e
era filho de pais ricos que viviam em Assis, uma importante cidade no centro da
Itália. Seu pai, Pietro de Barnadone, era um comerciante de tecidos que viajava
para muitos lugares, principalmente à França, a fim de aumentar a fortuna da
família. Sua mãe, uma aristocrata de nascimento, chamava-se Pica, e desfrutava
a vida social de sua cidade, enquanto tinha pouca, se alguma, influência
significante no desenvolvimento da vida espiritual de seu filho mais velho.
Francisco foi batizado de Giovanni, mas rebatizado Francisco, aparentemente
para expressar o amor de Pietro pela França.
Francisco recebeu a
educação disponível aos ricos e à elite, mas pouco beneficiou-se dela. Pois
estava demasiadamente entretido com a maravilhosa vida do filho de um rico
comerciante e com as façanhas juvenis de quem não tem nada para a fazer com o
seu tempo a não ser arranjar encrenca.
A Itália não era, em
hipótese alguma, uma nação unificada, e a rivalidade entre várias cidades
comerciais era feroz. A rivalidade entre a cidade de Assis e Perúgia, uma
cidade comercial próxima, era tão forte que uma guerra estourou. Francisco
prontamente juntou-se a forças de Assis e cavalgou para a batalha. Ele foi
capturado e mantido refém por um ano, mas foi solto quando pagaram um resgate
por ele. Ele tinha mais ou menos vinte e um anos nesta época.
Sua Conversão
Parece que Francisco entrou
num período de luta espiritual e de dúvida cruel neste tempo. Embora quisesse
lutar de novo, ele foi dissuadido por uma inquietação interna, a qual fez com
que sua vida passada parecesse inútil e vazia, mas que não lhe deu nenhuma
direção quanto ao seu futuro.
Em 1205, Francisco viajou
para Roma em uma peregrinação e passou algumas horas agradáveis n os santuários
sagrados do centro da cristandade. Mas um incidente o perturbou além da razão.
Ao encontrar um leproso mendigando nas ruas, ele foi comovido pela miséria
deste desprezado membro da sociedade, e depois de esforçar-se para beijar a mão
do leproso, trocou suas próprias roupas pelos trapos do leproso a fim de
experimentar em si mesmo o que era a miséria.
Retornando a Assis,
enquanto Francisco orava na Igreja de Saint Damian ele ouviu Cristo lhe dizendo
para reconstruir a casa de Deus. Isso pareceu fazer algum sentido para ele,
porque a pequena capela de Saint Damian era humilde, rudemente decorada e com
necessidade de alguns reparos. Mais tarde, ele entendeu que Cristo estava se
referindo à corrupta igreja medieval, em vez da capela em que estava orando.
Mas, naquele momento, ele decidiu que iria dedicar-se à reconstrução da capela
e que ajudaria nas necessidades dos excluídos que viviam às margens de Assis.
O problema era que ele
precisava de dinheiro para este projeto, e então, para financiar o seu
trabalho, ele vendeu todos os seus bens e alguns dos tecidos de seu pai. Seu
pai não tinha isso por alto estima, e ficou na verdade, desgostoso com um filho
que lhe parecia ser um preguiçoso leviano. Pietro levou o assunto ao bispo
local, acusando o seu filho de roubo. Francisco foi ordenado pelo bispo a
devolver o dinheiro que pertencia a seu pai e fazer a restituição adequada.
Naquilo que só pode ser interpretado como um gesto de desafio, Francisco,
despindo-se de cada peça de roupa de seu corpo, jogou tudo o que tinha em uma
pilha, e disse ao bispo para dar a seu pai, enquanto ele deixava a casa
completamente nu. As palavras dele foram: "Até esse momento, eu tenho
chamado Pietro Barnadone de pai, mas agora desejo servir a Deus e dizer nada
mais do que: 'Pai nosso que estás no céu'".
Até onde sabe-se, a partir deste dia ele não teve mais nenhum relacionamento
com seus pais.
Sua Vida Monástica
No entanto, este incidente
foi um divisor de águas em sua vida. Depois de passar alguns anos com os
leprosos na aldeia vizinha de Gubbio, ele voltou a Assis para reconstruir
algumas igrejas e viver como um eremita. Assim, a pobreza se tornou para ele um
modo de vida. Em 1208, ele ouviu um sermão sobre Mateus 10 do verso 7 ao 19,
que dizia:
“Por onde forem, preguem esta mensagem:
o Reino dos Céus está próximo. Curem os enfermos, ressuscitem os mortos,
purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. Vocês receberam de graça; deem
também de graça. Não levem nem ouro, nem prata, nem cobre em seus cintos; não
levem nenhum saco de viagem, nem túnica extra, nem sandálias, nem bordão; pois
o trabalhador é digno do seu sustento."
Especialmente a chamada para pregar e viver uma vida
de pobreza, arderam como fogo em sua alma.
Daquele dia em diante, ele
passou a ser um pregador itinerante, que literalmente não possuía nada. Outros,
atraídos a ele, logo começaram a acompanhá-lo. O primeiro a unir-se a ele foi
um vereador extremamente rico chamado Bernard, que a princípio duvidou da
sinceridade de Francisco. Como a história conta, ele convidou Francisco para passar
a noite em sua casa. Ele deu a Francisco o seu próprio quarto, em uma casa
luxuosamente decorada, e observou o que Francisco faria a noite. Assim que a
casa ficou em silêncio, Francisco se levantou de sua luxuosa cama e passou o
resto da noite de joelhos em oração. Bernard foi convencido, e após vender
todos os seus bens, juntou-se a Francisco como um pregador itinerante. Quando
mais pessoas se juntaram, eles passaram a chamar a si mesmos de "os
pequenos frades" e pediram permissão do papa Inocêncio III para serem
reconhecidos como uma ordem monástica. A história conta que o papa Inocêncio
III - o mais poderoso papa que o mundo já viu, e a imagem mais nítida do
anticristo até hoje -, nenhum um pouco impressionado com o que lhe parecia ser
nada mais que um grupo de mendigos, disse para Francisco ir chafurdar com os
porcos e pregar para eles. Apesar de Inocêncio ter expressado seu desprezo,
Francisco seguiu suas instruções e voltou com o mesmo pedido, o qual então foi
concedido.
Assim começou uma das
maiores de todas as ordens monásticas, os franciscanos. Esta ordem tornou-se
conhecida como "Ordem Mendicante"
por causa de seus votos de pobreza absoluta, os quais exigiam que seus membros
mendigassem para obter suas necessidades diárias. As regras da ordem eram muito
simples. Embora fossem como as demais ordens com relação aos seus votos de
obediência e castidade, os franciscanos se distinguiam por votos de pobreza
absoluta. Francisco insistia que ninguém na ordem possuísse coisa alguma. Bens
pessoais eram absolutamente proibidos. Até mesmo as roupas que eles usassem
deveriam ser dadas a outros mais necessitados que eles. Eles não poderiam levar
com eles nem sequer uma moeda. Não podiam guardar nem mesmo os farelos do pão;
se qualquer alimento sobrasse após a refeição, eles deveriam dá-lo aos pobres.
Eles não podiam possuir construções ou abrigos. E além disso, tinham que andar
descalços.
Francisco estava convencido
de que a pobreza era o grandioso caminho para se seguir o exemplo de Cristo e o
sublime ideal da imitação de Cristo. Dado ao fato de que a corrupção na igreja
era devido à sua imensa riqueza, eles procuravam a reforma através da pobreza.
Contudo, Francisco odiava a
ociosidade, portanto insistia que seus companheiros monges estivessem
constantemente ocupados. Eles tinham que estar ocupados viajando, pregando,
administrando as necessidades dos pobres e excluídos da sociedade, lavando os
leprosos sujos, alimentando os famintos e ajudando os oprimidos. Tinham que
realizar o seu trabalho com alegria e tratar todos os homens, até mesmo os seus
inimigos, com cortesia. Tinham que evitar toda pompa e ostentação e ser
alegremente contentes com a sua pobreza. Este último foi demonstrado
nitidamente quando um famoso seguidor de Francisco foi recebido na entrada de
uma cidade com um grande e magnífico desfile do clero e prelados. Ele
imediatamente foi para um campo próximo e brincou numa gangorra com alguns
meninos, até que todo o desfile acabasse em consternação.
Durante a vida de Francisco
outras duas sub ordens foram formadas. Uma era para as mulheres que queriam
praticar os mesmos ideais - ela foi organizada por Clare Schiffi em 1212, e foi
chamada de "Clarissas". A
outra era uma ordem para os leigos que queriam viver na pobreza junto com
Francisco e seus irmãos, mas que não eram autorizados a pregar.
Sua Importância
O próprio Francisco era uma
pessoa muito simples. Ele temia a educação como sendo uma ameaça espiritual e
desanimava seus seguidores a buscá-la. Ele, apesar de muitas vezes faminto e
vestido em trapos, apesar de viver em um corpo destroçado com a dor, estava
sempre alegre. Ele tinha um profundo apreço e amor pela criação de Deus, e ele
podia ser encontrado de vez em quando sozinho na floresta conversando com os
pássaros e os esquilos sobre as coisas de Deus. Ele disse uma vez para os
pássaros: "Irmãos pássaros, vós deverieis amar e louvar muito mais o seu
Criador. Ele lhes deu penas como vestes, asas para voar, e todas as coisas que
podem ser úteis a vós. Vós não tendes que semear, nem colher, e ainda assim Ele
cuida de vós". Ele tinha a capacidade de rir de si mesmo e podia
reconhecer as fraquezas da natureza humana. Ele chamava o seu corpo de "irmão burro", e muitas vezes,
gentilmente o repreendia por suas fraquezas aparentes.
A irmandade se espalhou
como fogo por toda a Europa e logo foi além do controle de Francisco. Enquanto
Francisco estava fora para tentar levar o trabalho missionário aos muçulmanos
no Egito, prelados sem escrúpulos da hierarquia romana ganharam o controle dos
franciscanos e os estruturaram em uma organização muito mais regrada e
controlada do que Francisco desejava. Eles também forçaram o movimento a mudar
suas regras para que os membros pudessem possuir propriedades - aquilo que
Francisco mais temia. Quando ele voltou do Egito, ele encontrou essas
alterações destruindo tudo o que desejava para seu movimento. Incapaz de
arranjar forças e o entusiasmo necessários para lutar contra as forças das
trevas e o poder da igreja, ele viveu na tristeza durante os últimos dias de
sua vida, e morreu de coração partido com a idade de quarenta e quatro anos.
Uma de suas obras-primas
que perdurou foi seu "Cântico ao Sol".
Escrita quando ele estava sob severa tentação e ficando cego, ela expressa seu
grande amor pelo mundo de Deus. Algumas linhas nos darão uma ideia disto:
"Ó
Altíssimo, Onipotente, bom Senhor Deus, a Ti pertence o louvor, glória, honra e
toda a bendição!
Louvado sejas, meu Senhor Deus, por
meio de todas as Suas criaturas, e especialmente por nosso irmão, o Sol, que
nos traz o dia e que nos traz a luz; Ele é justo e brilha com gradíssimo
esplendor; Oh Senhor ele simboliza Tu para nós!
Louvado sejas, meu Senhor, pelo nosso
irmão o vento, pela brisa e pela névoa, pelo sereno e todo clima pelo qual Tu
sustentas a vida em todas as criaturas.
Louvai e bendizei ao Senhor, e dai
graças a Ele e serví-Lo com grande humildade."
Esta canção foi a inspiração para o
conhecido hino: "Louvai ao Senhor, o Todo-Poderoso, o Rei da
Criação".
Conclusão
O próprio Francisco foi o
mais próximo que se poderia chegar do ideal monástico. Às vezes acho que essa
vida pode, concebivelmente, parecer atraente àqueles que estão preocupados com
a espiritualidade em meio a carnalidade e mundanismo. Este pode parecer com o
caminho da piedade, e na realidade pode, por causa de sua grande dificuldade,
parecer com o caminho da santidade. Mas na verdade, este não é o caso. Deus não
nos chama para expressar a piedade na pobreza, e piedade em uma negação dos
bens desta terra. Na realidade, o caminho de Francisco não é o caminho mais
difícil, mas sim o caminho mais fácil. O árduo caminho que somos chamados a
trilhar é o de estar no mundo, mas não ser do mundo; de tomar as boas dádivas
de Deus e com ação de graças usá-las no serviço de Deus; de possuir uma casa e
roupas, mas buscando em todas as coisas, mesmo com nossas posses terrenas, o
Reino de Deus e sua justiça. Esse é o caminho mais difícil, no entanto é o
caminho da obediência e o caminho aprovado por Deus.
Retirado do livro: Retratos de Santos Fiéis, Herman Hanko, Fireland, 2013.
[1] O autor está completamente ciente do fato que Francisco
era um católico romano e que cria nos erros ensinados pelos romanistas. Sua
inclusão neste livro foi a fim de demonstrar que o seu misticismo dominou sua
vida de tal forma, que ele raramente ensinou os erros papistas na doutrina. Sua
ênfase era em uma vida piedosa, e ele tem sido influente sobre o pensamento
protestante até o presente. Não obstante, sua inclusão na obra não deve ser
entendida como uma aprovação de suas crenças errôneas.
Pr. Ronaldo José Vicente. Formado em Teologia pela faculdade Mackenzie. Autor do livro “O profeta em Israel e a Justiça Social”. Faz parte de uma banda chamada “Templo de Fogo”, autor de diversas músicas sobre os profetas. Atualmente exerce o pastorado na Igreja “PorTuaCasa” localizada em São Paulo/Tatuapé́. Autor de vários artigos sendo disponibilizados sempre no site “Lagrimasportuacausa”.
Este é um projeto envolvendo todos os irmãos da Igreja PorTuaCasa (@igrejaportuacasa). O objetivo é unir duas coisas. As Escrituras e um bom Rock N Roll. Atualmente temos muitas músicas que se dizem "gospel", porém, encontramos muitas frases que exaltam mais o homem do que à Deus. Esta é a segunda música: Sal da terra e Luz do mundo:
Mat 5.13-16, "Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus".
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Você pode adquirir o livro. Entre no site: https://www.revistaimpacto.com.br/produto/o-profeta-em-israel-e-a-justica-social/
Ouça também o ultimo trabalho da Banda Templo de Fogo:
Quem foi o primeiro profeta na Bíblia? Em primeiro lugar precisamos compreender a palavra profeta na Bíblia, pois ela é descrita como נָ ִביא (Navi). A partir desta compreensão iremos ver quando e para quem ela foi usada pela primeira vez. Isso irá ocorrer em Genesis: “Agora, pois, restitui a mulher a seu marido, pois ele é profeta e intercederá por ti, e viverás” (20.7). Note que essa é a primeira vez que a palavra “profeta” é mencionada nas Escrituras. E ela é direcionada a um homem chamado Abraão. Essa palavra não veio de uma outra pessoa ou de lideres, mas especificamente por DEUS. “Se lêssemos a Bíblia sem o menor sentido crítico, deveríamos afirmar que Israel tem profetas desde suas origens, já que seu pai de sangue e de fé, Abraão, é agraciado com esse título de profeta. Mais tarde, Moisés aparecerá como o grande mediador entre Deus e o povo, aquele que transmite a Palavra do Senhor e se transforma em modelo de todo autêntico profeta” ...
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