IGREJA. 5 diferentes sentidos da palavra nas Escrituras.


1 – A palavra Igreja significa o corpo todo dos fiéis, quer estejam no céu quer na terra, que já estão ou que serão unidos a Cristo como seu Salvador.

O uso deste termo “Igreja” está no sentido amplo e a primeira declaração está com Jesus em Mateus (16.18 –“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja (εκκλησια, ekklesia), e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”), pois aqui sugere o sentido daqueles que creram e que haverão de crer. Cristo não se referia a uma comunidade específica, mas a Igreja invisível aos olhos humanos, conhecida unicamente por Ele, na qual Ele amou e se entregou por ela (Ef.5.25-27, “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja (εκκλησια, ekklesia) e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo- a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito”). Essa Igreja composta por pessoas, cujos membros nenhum homem pode enumerar ou identificar por nenhum sinal exterior, ela não pode ser restringida a nenhuma localidade geográfica, e não pode ser reconhecida por nenhuma característica visível aos olhos da carne. É a Igreja espiritual e invisível do Redentor, conhecida unicamente por Ele.
Essa Igreja é chamada de “noiva de Cristo” (Ap.21.2 –“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva (νυμφη, numphe – noiva, mulher casada recentemente, jovem esposa) adornada para o seu esposo / 21.9 –“Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar- te- ei a noiva (νυμφη, numphe), a esposa do Cordeiro” / 22.17 –“O Espírito e a noiva (νυμφη, numphe) dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”). Este termo não pode ser usado para uma localidade específica, mas para aqueles cujo Espírito Santo alcançou e os fez serem habitação de Deus (Ef.2.21,22 –“no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação (κατοικητηριον, katoiketerion - morada) de Deus no Espírito / ICor.3.16,17 –“Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado”/ 2Cor.6.16 –“Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” / IPd.2.5 –“também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”.
A Igreja é descrita como o corpo de Cristo, cujos membros todos estão unidos a ele como o Cabeça da vida, influência e graça sobre eles (ICor.12.27 –“Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” / Ef.3.6 –“a saber, que os gentios são co- herdeiros, membros do mesmo corpo e co- participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho” / 4.12 –“com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” / Cl.2.19 –“e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus”).
Nessas passagens, e em muitas outras, encontramos a definição e a descrição de uma associação que abrande o número todo dos eleitos de Cristo, e ninguém mais além deles. Uma sociedade cujos membros não são reconhecidos nem considerados aqui na terra, mas que são contados e conhecidos no céus[1].

2 – O termo Igreja é usado nas Escrituras para indicar o grupo todo, em todas as partes do mundo, daqueles que professam visivelmente a fé em Cristo.


Este grupo identificado como Igreja expressa externamente a fé em Cristo e se apresenta de forma visível ao mundo. Essa é a igreja visível de Cristo, conhecida pelos homens pela sua profissão externa da fé nele, e pela prática das ordenanças da igreja e das práticas que Ele ordenou aos seus adoradores. Ela não pode ser confundida com a Igreja invisível.
A Escritura com frequência menciona esse grupo visível de cristãos professos e o descreve com a palavra igreja. Ele é citado no livros de Atos dos Apóstolos, quando se diz: (2.47) –“louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava- lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”. Fala-se desse grupo na Epístola de Coríntios, quando Paulo fala sobre a ordem e governo da Igreja (12.28) –“A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas” e com o mesmo assunto em Efésios (4.11,12) “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”. Essas passagens mostram a associação visível dos cristãos professos, conhecida e percebida pelos homens, por meio de certas ordenanças visíveis e práticas peculiares.
Sob a forma exterior da igreja visível pode estar oculta em grande parte a associação invisível dos crentes verdadeiros; mas sob essa forma visível também pode haver multidões de falsos membros do corpo de Cristo, que se unem a Ele unicamente por meio da profissão exterior e das ordenanças visíveis.
A Igreja visível pode ser comparadas as parábolas de Cristo e explicada neste aspecto, observe: Mt.13.47-49, “O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. E, quando já está cheia, os pescadores arrastam- na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora. Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes”. Essa parábola explica a igreja visível composta, provisoriamente, de uma multidão de crentes verdadeiros e de crentes só de aparência, sob uma profissão comum, mas reconhecidos por Cristo como a sua Igreja. Em outra parábola vemos: “Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou- se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai- os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai- o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei- o no meu celeiro” / “Então, despedindo as multidões, foi Jesus para casa. E, chegando- se a ele os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça”[2].
Fica evidente que nosso Senhor reconheceu dois tipos de união com Ele – a primeira, uma união viva, como a mantida pelo ramo cheio de fruto da videira (Jo.15.1-8). A segunda uma união sem vida, meramente exterior, como o ramo da videira que não apresenta nenhum fruto, que foi lançado fora e secou; e são exatamente assim as duas ligações que existem para com Cristo. Aqueles que estão unidos ao Salvador por meio de uma ligação viva – na verdade invisível aos olhos humanos, mas conhecida por ele – constituem aquela associação de crentes de que falam as Escrituras como a Igreja de Cristo espiritual ou invisível. Por outro lado, aqueles que estão unidos ao Salvador por uma ligação externa de profissão exterior e por privilégios externos, conhecidos e vistos pelos homens, que estão entre os verdadeiros crentes em Cristo, mas que não são crentes verdadeiros, constituem a igreja visível[3].

3 – O vocábulo Igreja é empregado, com frequência, nas Escrituras, para designar o grupo de crentes, em qualquer lugar específico, que se reúne em adoração a Deus.


Duas ou três pessoas que professam a fé cristã, reunidas para oração e adoração, quer seja em público quer seja em algum lugar privado, em casa - no Novo Testamento se usa o termo εκκλησια (ekklesia), para denominá-los; e isso também antes que uma congregação dessas seja organizada, por meio de cargos e ministros designados para dirigi-la (Mt.18.20 –“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”). No livro de Atos vemos Paulo e Barnabé provendo em cada “titulada” Igreja pelas Escrituras, antes de qualquer ordenação, a eleição de presbíteros (At.14.23 –“E, promovendo- lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido”).
Paulo também reconhece determinados irmãos reunidos em casas como Igreja, ele diz em Romanos: (16.3-5), “Saudai Priscila e Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios; saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles. Saudai meu querido Epêneto, primícias da Ásia para Cristo”. São muito numerosos e claros os testemunhos desse terceiro sentido da palavra igreja como um grupo de cristãos professos, embora poucos em quantidade, reunidos em qualquer lugar que seja para adorar e cultuar a Deus (ICor.16.19; Cl.4.15; Fm.2,3)[4].

4 – A palavra Igreja aplica-se, no Novo Testamento, a um grupo de congregações associadas sob um governo comum.


A palavra Igreja não tem aplicação restrita a uma única congregação, mas é usada como referência a várias congregações que estejam ligadas sob um arranjo eclesiástico comum. Isso ficará suficientemente claro se considerarmos o caso dos convertidos de Jerusalém, que são chamados pelo nome genérico de “a Igreja de Jerusalém”, mas que, no entanto, deve ter sido composta de mais do que uma congregação naquela cidade. Há registro suficiente no livro de Atos dos Apóstolos a respeito do grande número de cristãos em Jerusalém, para evitar a suposição de que pudessem reunir-se todos juntos em uma só congregação, sob um único teto, para os seus cultos normais.
Observamos um grande números de pessoas no dia de Pentecoste e um acréscimo de três mil pessoas na realidade da Igreja (At.2.41,47), e que não incluía a soma de mulheres e crianças, depois encontramos mais uma pregação de Pedro e cinco mil homens inseridos na realidade da Igreja (At.4.4), e este número apenas crescia mais e mais (At.5.14). em outro ponto vemos Tiago falando a Paulo sobre os convertidos em Jerusalém (At.21.17- 20, “Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria. No dia seguinte, Paulo foi conosco encontrar- se com Tiago, e todos os presbíteros se reuniram. E, tendo- os saudado, contou minuciosamente o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério. Ouvindo- o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei”). Com esses fatos diante de nós, com referência às multidões de convertidos em Jerusalém, parece impossível sustentar que a Igreja ali consistia em apenas uma única congregação, adorando juntos sob um mesmo teto.
Quando lemos da Igreja em Jerusalém, percebemos que o termo é aplicado não a uma única congregação de crentes, mas a uma pluralidade de congregações, ligadas como um só corpo ou Igreja por meio de um governo que lhes é comum. Um exame dos casos da Igreja de Coríntios e Éfeso nos conduzirá a conclusão similar, e nos justificará se afirmarmos que a palavra Igreja, também nesses casos, não significa uma única congregação de adoradores, mas várias congregações unidas pela proximidade geográfica, mas acima de tudo por uma ordem e um governo eclesiástico comuns. No momento não me detenho para perguntar sob qual forma de governo se encontravam ligadas as congregações separadas geograficamente. O fato de que estavam ligadas é tudo que precisamos saber a fim de certificar que o termo Igreja era usado nesse quarto sentido[5].                                                 

5 – A palavra Igreja é aplicada, no Novo Testamento, ao grupo de crentes professos em qualquer lugar, como representados por seus oficiais e ministros.

O princípio da representação é total e constantemente reconhecido nas Escrituras como tendo lugar tanto nas revelações de Deus, como nos negócios comuns da vida; e ver o grupo de crentes de qualquer lugar sendo representados por seus ministros não pode ser considerado como algo estranho e novo, bem como a palavra que originalmente serve para descrever um deles sendo aplicada para descrever o outro. Em Mateus 18 Jesus fala sobre o irmão que pecar e não se submeter a correção deve ser levado a Igreja, este termo é usado nesta situação (Mt.18.15-17). Nessa ordem o nosso Senhor refere-se ao tribunal da sinagoga conhecido e estabelecido entre os judeus, que era composto dos seus anciãos e sacerdotes para decidir este tipo de disciplina; e com a expressão “a igreja”, os judeus que o ouviram deveriam entender os governantes autorizados, distintos daqueles que eram governados, e que seriam as pessoas que haveriam de tomar a decisão neste tipo de controvérsia. Uma consideração imparcial desse texto em seu contexto parece que justifica a afirmação de que a palavra igreja, nas Escrituras, dentre outros significados, é empregada para designar os governantes e ministros da associação dos cristãos[6].

Resumo

A principal ideia de igreja, e a que é normal, da maneira que é apresentada pelas Escrituras, sem dúvida nenhuma é a de um grupo de pessoas espiritualmente unidas a Cristo, e , como consequência dessa união com ele, unidas umas às outras. Todas as outras ideias derivam dessa ideia principal da igreja de Cristo universal e invisível.
A essa primeira ideia de Igreja, como as Escrituras a apresentam, acrescenta-se uma provisão visível de governo, ordenanças, e oficiais, indicados com o propósito de servir a edificação dos seus membros, e chegamos a Igreja visível, da maneira que é estabelecida no Novo Testamento – uma associação visível, formada com base na Igreja invisível e espiritual, e estabelecida e mantida no mundo para o seu benefício.
Acrescente-se a essa segunda ideia bíblica de Igreja a noção de localidade, de forma que, em vez de ser vista em seu caráter universal como espalhada por todo o mundo, ela é vista em suas características locais, subsistindo em certos lugares, e limitada a eles.
Sobre o terceiro ponto vemos um grupo de cristãos professos que se reúnem num só lugar para adorar e cultuar a Deus. Além disso, em adição a essa terceira noção de igreja, como grupo que existe numa localidade e congregação específicas, junta-se a ideia suplementar de cooperação e união sob uma mesma forma de governo eclesiástico.
No quarto ponto vemos uma série de congregações específicas unidas sob uma norma e autoridade, e com um princípio de representação, tão amplamente desenvolvida tanto nas dispensações de Deus quanto na organização da sociedade civil.
O quinto ponto indica uma associação de cristãos professos, representadas pelos seus ministros e oficiais. A partir do simples germe de somente um crente ou de vários crentes, vitalmente unidos a um Salvador, e no gozo dos privilégios pertencentes a essa união, não é difícil encontrar a Igreja de Cristo, sob todas as características diferentes, mas intimamente associadas, em que ela é definida e descrita nas Escrituras[7].                                      



[1] BARNNEMAN, James – A Igreja de Cristo, V. I e II, Ed. Os Puritanos, 2014, pg. 29
[2] Mt.13.24-30, 36-43
[3] BARNNEMAN, James – A Igreja de Cristo, V. I e II, Ed. Os Puritanos, 2014, pg. 33
[4] Idem. Pg.34
[5] BARNNEMAN, James – A Igreja de Cristo, V. I e II, Ed. Os Puritanos, 2014, pg. 36
[6] Idem. Pg. 36
[7] Idem. Pg. 37




Ronaldo José Vicente. É casado com Clarissa Alster Vicente e tem uma filha chamada Esther Alster Vicente. É Pastor da Igreja PorTuaCasa, localizada em São Paulo. É teólogo formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente, faz mestrado em Antigo Testamento pelo Andrew Jumper. Escritor, lançou um livro que se chama: “O Profeta em Israel e a Justiça Social”, lançado pela Editora Reflexão. Desenvolve seus artigos no blog:www.lagrimasportuacausa.blogspot.com.br. É músico (baterista), autor de várias composições. Exerce seu trabalho com sua banda chamada Templo de Fogo. 


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CD – O VIDENTE


Este CD tem como característica fundamental a vida e a mensagem dos profetas do AT. Todas as músicas estão baseadas em textos das Escrituras. A música “o Vidente” baseia-se em uma linha de profetas do Antigo Israel chamados de Nabiy’, Chozeh e Ra’ah, Is 6.1-3; ISm 9.9; 16.1-13; Dn 7.1-8; Zc 3.1-10. (ver: http://lagrimasportuacausa.blogspot.com.br/…/o-profeta-e-o-…). A música “Terra Especial” e “Alguém” conta a trajetória de Moisés com o povo de Israel rumo a Terra prometida (Ex 12.1-51; 14.1-31). A música “Jeremias 7” baseia-se nas advertências do profeta contra as perversidades dos religiosos (Jr 7.1-34). “Oséias, o profeta do amor” é poetizado com o intenso amor de Javé pelo seu povo (Os 1.2,9; 2.1; 11.1; 14.1,4). A música “Elias”, retratará o episódio no monte Carmelo, onde Javé responde com fogo no desafio entre Elias e os profetas de Baal (IRs 18.1-40). A música “Teu Querer” é uma balada baseada na doutrina da Eleição Incondicional – homens como (Paulo) e outros, impactados pela escolha soberana de Deus (At 9.3; Rm 8.29,30). A música “Confiar nos profetas” baseia-se neste texto das Escrituras: “...Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis...” – A música relata o contexto deste pronunciamento contando a história do Rei Josafá (2Cr 20.20). Por fim, temos a música do profeta “Joel”, especificamente com uma mensagem sobre “O Dia do Senhor”. Essa música fecha o CD com a profecia da volta de JESUS!

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