A segunda vinda de Cristo

Franklin Ferreira e Alan Myatt

Imediatamente após os eventos que acabamos de destacar, “aparecerá no céu o sinal do Filho do homem [...] e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu...” (Mt 24.30). Com relação a isto, devemos frisar que o Novo Testamento prediz a volta extraordinária, visível e repentina de Cristo.   

Não podemos precisar a data da segunda vinda de Jesus. Sobre isso, ele mesmo declarou: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24.36). Não se pode saber, então, a ocasião exata do retomo do Senhor, e todas as tentativas que membros das diversas seitas têm feito para determinar o momento preciso desse retomo têm mostrado o quanto eles estão errados na sua previsão. O que se pode dizer, com certeza, é que Cristo virá no fim da história, em hora inesperada, e que, por isso, devemos estar atentos. Qualquer um, portanto, que afirme conhecer a data em que Cristo virá, independentemente de quem é ou de quão importante seja, deve ser rejeitado.

 

Mt 24.29-31, “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus”.

 

35-44, “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.

 

Mt 13.39-43,O inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça”.

 

A segunda vinda de Cristo será única. Não será um evento secreto; será visto por todo o mundo. O Novo Testamento não dá margem para crermos que a vinda de Cristo se dará em duas etapas. Devemos destacar quatro palavras empregadas no Novo Testamento que mostram ser única esta vinda de Cristo. A primeira expressão é ημερα (hêmera), o dia (lT s 5.4; ICo 3.13; 2Tm 1.12, 18; 4.8; lTs 5.2; 2Ts 2.2; Fp 1.6).

 

ITs 5.4, “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia (ημερα, hêmera) como ladrão vos apanhe de surpresa”.

 

ITm 1.12, “e, por isso, estou sofrendo estas coisas; todavia, não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia (ημερα, hêmera)”.

 

1.18, “O Senhor lhe conceda, naquele Dia, (ημερα, hêmera) achar misericórdia da parte do Senhor. E tu sabes, melhor do que eu, quantos serviços me prestou ele em Éfeso”.

 

4.8, “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia (ημερα, hêmera); e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda”.

 

Fp 1.6, “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia (ημερα, hêmera) de Cristo Jesus”.

 

Esse termo tem origem no Antigo Testamento, onde se refere ao dia do Senhor como significando a futura revelação de seu poder. No Novo Testamento, o dia do Senhor ocorre com a vinda de Cristo, sendo que a expressão “dia do Senhor” refere-se especialmente à sua vinda em glória. Uma segunda expressão que ressalta que a vinda é única é αποκαλυψις (apokalypsis), que significa desvendamento ou revelação, indicando que Cristo está agindo na criação agora, entretanto não de forma pessoal e visível, mas que um dia ele próprio será revelado.

 

ICo 1.7, “de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação (αποκαλυψις, apokalupsis) de nosso Senhor Jesus Cristo”.

 

2Ts 1.7, “e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar (αποκαλυψις, apokalupsis) o Senhor Jesus com os anjos do seu poder”.

 

IPd 1.7, “para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação (αποκαλυψις, apokalupsis) de Jesus Cristo... Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação (αποκαλυψις, apokalupsis) de Jesus Cristo... pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação (αποκαλυψις, apokalupsis) de sua glória, vos alegreis exultando”.  

 

Uma terceira expressão é επιφανεια, (epiphaneia) que significa aparecimento ou manifestação, termo que se refere a Deus vindo salvar seu povo, sendo que geralmente este “termo é empregado exclusivamente para a vinda definitiva de Cristo em glória136.

 

2Ts 2.8, “então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação (επιφανεια, epiphaneia) de sua vinda”.

 

ITm 6.14, “que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação (επιφανεια, epiphaneia) de nosso Senhor Jesus Cristo”.

 

2Tm 4.1, “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação (επιφανεια, epiphaneia) e pelo seu reino”.

 

Tt 2.13, “aguardando a bendita esperança e a manifestação (επιφανεια, epiphaneia) da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”.

 

E a expressão mais comum é παρουσια (parousia) que significa presença, como resultado da chegada. Essa expressão era, algumas vezes, empregada para descrever a chegada de um rei (cf. Mt 24.3, 27, 37; ICo 15.23; lTs 2.19; 3.13; 4.15; 5.23; 2Ts 2.1-9; Tg 5.7, 8; 2Pe 1.16; 3.4, 12; ljo 2.28). “A vinda do Senhor denota a manifestação esperada de Cristo, como a revelação definitiva e final de sua glória[1]. O fato de estes termos serem intercambiáveis destaca claramente que a vinda de Cristo será um evento único.

 

Mt 24.3, “No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda (παρουσια, parousia) e da consumação do século”.

 

ICo 15.23, “Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda (παρουσια, parousia)”.

 

ITs 2.19, “Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda (παρουσια, parousia)? Não sois vós?”.

 

2Pd 1.16, “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda (παρουσια, parousia) de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade”.

 

ITs 4.15, “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda (παρουσια, parousia) do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem”.


1. Será uma vinda pessoal.



O próprio Cristo voltará em pessoa. A mesma pessoa que deixou os discípulos, em sua ascensão, será a que voltará (cf. At 1.11; 3.20-21; Mt 24.44; ICo 15.22; Fp 3.20; Cl 3.4; lTs 2.19; 3.13; 4.15-17; 2Tm 4.8; Tt 2.13; Hb 9.28).  

 

At 1.11, “e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir”.

 

3.20,21,a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a antiguidade”.

 

Mt 24.44, “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.

 

ICo 15.22, “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

 

ITs 2.19, “Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós?”.

 

Hb 9.28, “assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação”.


2. Será uma vinda física e visível.


Jesus voltará corporalmente à Terra e, da mesma forma que será física, esta vinda será visível (cf. Mt 24.30; 26.64; Mc 13.26; Lc 21.27; At 1.11; Cl 3.4; Tt 2.13; Hb 9.28; Ap 1.7).

 

Mt 24.30, “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”.

 

Mt 26.64, “Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu”.

 

Mc 13.26, “Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória”.

 

Lc 21.27, “Então, se verá o Filho do Homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória”.

 

Cl 3.4, “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória”.

 

Ap 1.7, “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!”.


3. Será uma vinda repentina.



Como já foi visto, mesmo sendo a vinda de Cristo precedida por diversos sinais, ela será repentina e inesperada (Mt 24.37-44; 25.1-12; Mc 13.33-37; lTs 5.2, 3; Ap 3.3; 16.15).


 

Mt 24.37-44, “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.

 

Mc 13.33-37, “Estai de sobreaviso, vigiai [e orai]; porque não sabeis quando será o tempo. É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!”.

 

ITs 5.2,3, “pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão”.

 

Ap 16.15, “(Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha)”.


4. Será uma vinda gloriosa e triunfal



A segunda vinda de Cristo será muito diferente de sua primeira vinda. Como Berkhof resume, Cristo “não voltará no corpo da sua humilhação, mas num corpo glorificado e com vestes reais (Hb 9.28). As nuvens do céu serão sua carruagem (Mt 24.30), os anjos, seu corpo de guarda (2Ts 1.7), os arcanjos, seus arautos (lT s 4.16), e os santos serão o seu glorioso séquito (lTs 3.13; 2Ts 1.10). Ele virá como Rei dos reis e Senhor dos senhores, triunfante sobre todas as forças do mal, havendo posto todos os seus inimigos debaixo dos seus pés (ICo 15.25; Ap 19.11-16)[1]”. Cristo voltará como o glorioso conquistador, o supremo juiz, o redentor de toda a criação, o Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).  

 

Ap 19.16, “Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”.

 

Neste contexto, devemos considerar o arrebatamento, que ocorrerá por ocasião da segunda vinda de Cristo. O arrebatamento será tanto com os santos como para os santos. O mesmo Deus que ressuscitou Jesus dos mortos ressuscitará dos mortos os que pertencem a Jesus. Quando o Senhor, em sua natureza humana, deixar o céu, a alma dos que já descansam, partirão com ele. Cristo, no entanto, deixará o céu em alma e corpo. As almas, porém, descem até a terra, a fim de receber seu respectivo corpo glorificado. As pessoas ressuscitadas, então, ascenderão rapidamente, para encontrar Jesus enquanto ele ainda estiver nos céus. Assim, veremos que nosso Senhor vem com os seus santos, ou seja, com a alma dos seus santos, para os seus santos, isto é, para os santos por inteiro, como alma e seu corpo. Este evento corresponde a uma única volta.  

Será único o arrebatamento. Quando esse acontecer, haverá crentes que, na vinda de Cristo, terão morrido. Haverá também cristãos ainda vivos. Segundo Hendriksen, os que ainda estiverem vivos terão de esperar um momento até que a alma dos que morreram seja unida a seu corpo. Naquele momento de espera, num piscar de olhos, os sobreviventes serão transformados. Juntos, então, como uma grande multidão, esses, que antes constituíam dois diferentes grupos, encontrarão o Senhor. Como o apóstolo escreveu: “... e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (lTs 4.16-17). O arrebatamento não será secreto ou silencioso. Paulo revela que a vinda do Senhor será pública e audível.

 

ITs 4.16, “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”.

 

Da mesma forma que o retorno de Cristo será claramente visível, assim será o arrebatamento[2].

 

Ap 1.7, “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!”.

 

5. Cristo voltará no fim do mundo.



Com o propósito de introduzir a era vindoura, para inaugurar e completar “dois eventos formidáveis, que são a ressurreição dos mortos e o juízo final” — Estes dois eventos ocorrerão juntos, no grande dia do Senhor. Esse grande ponto decisivo marcará o triunfo final de Cristo, com a destruição de todos os poderes malignos hostis ao reino de Deus[1].


 

Retirado do livro: Teologia Sistemática. Vida Nova. São Paulo: 2007. p.1138-1139. Franklin Ferreiro e Alan Myatt



[1] Louis Berkhof, Teologia sistemática, p. 648.

 


[1] Louis Berkhof, Teologia sistemática, p. 648.


[2] Cf. William Hendriksen, A vidafutura segundo a Bíblia, p. 237-239.



[1] Herman Ridderbos, A teologia do apóstolo Paulo, p. 588-589.

 


[1] Cf. Louis Berkhof, Teologia sistemática, p. 649: “A declaração a respeito do Filho provavelmente significa que este conhecimento não estava incluído na revelação que ele, na qualidade de mediador, tinha de realizar”.



Pr. Ronaldo José Vicente. Formado em Teologia pela faculdade Mackenzie. Autor do livro “O profeta em Israel e a Justiça Social”. Faz parte de uma banda chamada “Templo de Fogo”, autor de diversas músicas sobre os profetas. Atualmente exerce o pastorado na Igreja “PorTuaCasa” localizada em São Paulo/Tatuapé. Autor de vários artigos sendo disponibilizados sempre no site “Lagrimasportuacausa”.


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