O Pentecostes
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O Pentecostes
Avivamento em Atos
"Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem. Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu. Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua. Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Somos partos, medos, elamitas e os naturais da Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia, da Frígia, da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que aqui residem, tanto judeus como prosélitos, cretenses e arábios. Como os ouvimos falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus? Todos, atônitos e perplexos, interpelavam uns aos outros: Que quer isto dizer? Outros, porém, zombando, diziam: Estão embriagados"
João Calvino: No dia da festa, em que uma grande multidão costumava recorrer a Jerusalém, esse milagre foi operado, para que fosse mais famoso. E realmente por meio disso ele se espalhou, até os confins e limites da terra. Com o mesmo propósito, Cristo freqüentemente subia a Jerusalém nos dias santos, (Jo 2.13, “Estando próxima a Páscoa dos judeus, subiu Jesus para Jerusalém”), para o fim, aqueles milagres que ele operou pudessem ser conhecidos por muitos, e que na maior assembléia de pessoas pudesse haver o maior fruto de sua doutrina. Pois assim Lucas declarará mais tarde, que Paulo se apressou para vir a Jerusalém antes do dia de Pentecostes, não por causa de qualquer religião, mas por causa da assembléia maior, para que ele pudesse lucrar ainda mais (Atos 20:16, “Porque Paulo já havia determinado não aportar em Éfeso, não querendo demorar-se na Ásia, porquanto se apressava com o intuito de passar o dia de Pentecostes em Jerusalém, caso lhe fosse possível”). Portanto, ao fazer a escolha do dia, o lucro do milagre foi respeitado: Primeiro, para que fosse mais exaltado em Jerusalém, porque os judeus estavam então mais inclinados a considerar as obras de Deus; e, em segundo lugar, que pode ser destruído no exterior, mesmo em países distantes. Eles o chamaram de qüinquagésimo dia, começando a contar com os primeiros frutos.
Calvino, João. Comentário Bíblico João Calvino: Novo Testamento (p. 2285). Edição do Kindle.
Hernandes Dias Lopes: O Pentecostes não foi um acontecimento casual, mas uma agenda estabelecida por Deus desde a eternidade. Como o Calvário, o Pentecostes foi um acontecimento único e irrepetível. O Espírito Santo foi enviado a fim de estar para sempre com a igreja. Temos outros derramamentos do Espírito registrado em Atos e no decurso da história, mas todos eles decorreram deste Pentecostes. Concordo com John Stott quando diz que devemos cuidar para não diminuir nossas expectativas ou relegar à categoria do excepcional aquilo que Deus talvez queira que seja a experiência normal da igreja. O vento e o fogo eram extraordinários, e provavelmente também as línguas; mas a nova vida e a alegria, a comunhão e o culto, a liberdade e o poder, não. Destacamos no capítulo 2 de Atos quatro pontos importantes: a descida do Espírito, o fenômeno das línguas, o sermão de Pedro e a vida da igreja.
Dias Lopes, Hernandes. Atos (Comentários expositivos Hagnos) (pp. 49- 50). Editora Hagnos. Edição do Kindle.
Keener, Craig S: Três sinais demonstram publicamente a vinda do Espírito no dia de Pentecostes: vento (2.2), fogo (2.3) e adoração em línguas desconhecidas dos falantes (2.4).
Dos três, o terceiro requer o maior comentário. Tanto o vento quanto o fogo aqui evocam teofanias bíblicas antigas (e.g., Êx 3.2; 2 Sm 5.24; 1 Rs 19.11- 12; Jó 38.1; Sl 29.3-10; 97.2-5; 104.3; Is 6.4; 29.6; 30.27-28; 66.15; Ez 1.4), e os estudiosos geralmente os comparam com os fenômenos que acompanham a revelação de Deus no Sinai (Êx 19.16-20; Dt 4.11,24). Além disso, esses elementos teofânicos lembram um tema que observamos anteriormente: o Espírito vem como uma antecipação, uma experiência inicial, do mundo futuro. O vento evoca a imagem do tempo final, vida na ressurreição que pode ser inferida em Ezequiel 37.9,14; 41 o fogo frequentemente evocava juízo escatológico, inclusive quando acompanhado do Espírito em Lucas 3.16 (veja Lc 3.9,17). A era escatológica estava irrompendo no presente, um ponto expressamente reforçado pela explicação inicial de Pedro de que o Espírito profético derramado demonstrava a chegada dos “últimos dias” (2.17), o tempo escatológico da salvação (2.20-21). As línguas, contudo, são o sinal mais significativo dos três sinais para Lucas, sendo repetidas nos derramamentos iniciais em Atos 10.46 e 19.6.
At 10.45,46, “E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo; pois os ouviam falando em línguas e engrandecendo a Deus”.
At 19.6, “E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam”.
Esse falar em línguas também é mais estratégico para a narrativa de Lucas porque o que segue depende disso: as línguas proporcionam o catalisador para o reconhecimento da atividade de Deus pelo público multicultural (2.5-13) e o ponto de partida para a mensagem de Pedro: “Mas isto é o que foi predito por Joel...” (2.16-17). Além disso, o falar em línguas não aparece aqui arbitrariamente, como um possível sinal entre muitos. Em vez disso, relaciona-se ao tema de Atos enunciado em Atos 1.8: testemunho transcultural inspirado pelo Espírito. Lucas narra o que eles estavam falando “em outras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (2.4) Pedro passa a explicar o fenômeno biblicamente como uma forma de discurso profético e inspirado, notando que ele cumpre a predição de Joel de que o povo de Deus profetizaria (2.17-18).
At 2.17,18, “Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão”.
Mas a ênfase de Lucas em 1.8 é um testemunho profético para Cristo, trazendo a “palavra do Senhor” (e.g., 8.25; 12.24; 13.48-49). Então, por que ele destaca o falar em línguas como um exemplo tão significativo deste empoderamento profético, mencionando-o em três distintos derramamentos do Espírito? Sem dúvida, Lucas enfatiza a relação entre línguas e empoderamento profético pelo Espírito porque ela exemplifica de modo concreto seu tema do testemunho transcultural empoderado pelo Espírito. Se o povo de Deus pode adorar a Deus nas línguas de outros povos, quanto mais eles podem compartilhar as Boas Novas através das línguas que eles têm em comum? Ou seja, a adoração a Deus nas línguas de outros povos demonstra que Deus capacitou a Igreja para cruzar todas as barreiras culturais e linguísticas com seu evangelho.
Keener, Craig S.. Entre a História e o Espírito (Portuguese Edition) (p. 411). CPAD. Edição do Kindle.
Arrependimento
2.37-41, “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar. Com muitas outras palavras deu testemunho e exortava-os, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas”.
João Calvino: Arrepender-se. Há maior força na palavra grega, pois significa a conversão da mente, para que o homem inteiro seja renovado e feito outro homem, coisa que deve ser observada com diligência, porque esta doutrina foi miseravelmente corrompida na época do papado; pois eles traduziram o nome de arrependimento quase para certos ritos externos. Eles balbuciam um pouco, de fato, sobre a contrição reinante do coração; mas eles tocam essa parte muito levemente, e se colocam principalmente nos exercícios externos do corpo, que eram de pouco valor; sim, embora não houvesse neles nenhuma corrupção; mas nada estimulam de uma maneira, a não ser ninharias, com as quais os homens se cansam em vão. Portanto, saibamos que este é o verdadeiro arrependimento, quando um homem é renovado no espírito de sua mente, como Paulo ensina (Romanos 12: 2). Nem precisamos duvidar disso; mas que Pedro pregou claramente sobre a força e a natureza do arrependimento; mas Lucas apenas toca os pontos principais e não conta as palavras da oração que ele fez. Devemos, portanto, saber tanto que Pedro exortou a princípio os judeus ao arrependimento; e feito isso, ele os ergueu com esperança de perdão; pois ele lhes prometeu perdão de pecados, duas coisas que são as duas partes do evangelho, como sabemos muito bem; e, portanto, quando Cristo brevemente ensina o que a doutrina do evangelho contém, ele diz que o arrependimento e a remissão dos pecados (Lucas 24:47) devem ser pregados em seu nome. Além disso, porque somos reconciliados com Deus somente pela intercessão da morte de Cristo, nem nossos pecados são de outra forma purificados, e anulados, salvo apenas por seu sangue, portanto, Pedro nos chama de volta a ele pelo nome. Ele colocou o batismo em quarto lugar, como o selo pelo qual a promessa da graça é confirmada.
Calvino, João. Comentário Bíblico João Calvino: Novo Testamento (pp. 2329-2330). Edição do Kindle.
O impacto na Igreja depois do Avivamento
Hernades Dias Lopes
At 2.42-47, “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”.
A igreja de Jerusalém conjugava doutrina e vida, credo e conduta, palavra e poder, qualidade e quantidade. Hoje vemos igrejas que revelam grandes desequilíbrios. As igrejas que zelam pela doutrina não celebram com entusiasmo. As igrejas ativas na ação social desprezam a oração. Aquelas que mais crescem em número mercadejam a verdade. Ao contrário disso, a igreja de Jerusalém era unificada (2.44), exaltada (2.47a) e multiplicada (2.47b). Quais são as marcas de uma igreja cheia do Espírito Santo?
Em primeiro lugar, uma igreja cheia do Espírito é comprometida com a fidelidade à Palavra de Deus (2.42). A igreja de Jerusalém nasceu sob a égide da verdade. A igreja começou com o derramamento do Espírito, a pregação cristocêntrica e a permanência dos novos crentes na doutrina dos apóstolos. A doutrina dos apóstolos é o inspirado ensino pregado oralmente naquele tempo, e agora preservado no Novo Testamento. Stott diz que o Espírito Santo abriu uma escola em Jerusalém; seus professores eram os apóstolos que Jesus escolhera; e havia 3 mil alunos no jardim da infância. A igreja apostólica era uma igreja que aprendia. Com isso, deduzimos que o antiintelectualismo e a plenitude do Espírito são incompatíveis, pois o Espírito Santo é o Espírito da verdade. O Espírito de Deus leva o povo de Deus a submeter-se à Palavra de Deus. Justo González destaca que o perseverar no ensino dos apóstolos não quer só dizer que o povo não se desviou das doutrinas apostólicas ou permaneceu ortodoxo. Quer dizer também que eles perseveraram na prática de aprender com os apóstolos – que eram alunos, ou discípulos, ávidos por conhecimento sob o comando dos mestres. Ao longo da história houve muitos desvios da verdade: as heresias da Idade Média; a ortodoxia sem piedade; o Pietismo – piedade sem ortodoxia; os quacres – o importante é a luz interior; o movimento liberal – a razão acima da revelação; e o movimento neopentecostal – a experiência acima da revelação. Deus tem um compromisso com a Palavra. Ele tem zelo pela Palavra. Uma igreja fiel não pode mercadejar a Palavra.
Em segundo lugar, uma igreja cheia do Espírito é perseverante na oração (2.42). Uma igreja cheia do Espírito ora com fervor e constância. A igreja de Jerusalém não apenas possuía uma boa teologia da oração, mas efetivamente orava. Ela dependia mais de Deus do que dos próprios recursos: Atos 1.14 – Todos unânimes perseveravam em oração; Atos 3.1 – Os líderes da igreja vão orar às 3 horas da tarde; Atos 4.31 – A igreja sob perseguição ora, o lugar treme e o Espírito desce; Atos 6.4 – A liderança entende que a sua maior prioridade é oração e a Palavra; Atos 9.11 – O primeiro sinal que Deus deu a Ananias sobre a conversão de Paulo é que ele estava orando; Atos 12.5 – Pedro está preso, mas há oração incessante da igreja em seu favor e ele é miraculosamente libertado; Atos 13.1-3 – A igreja de Antioquia ora e Deus abre as portas das missões mundiais; Atos 16.25 – Paulo e Silas oram na prisão e Deus abre as portas da Europa para o evangelho; Atos 20.36 – Paulo ora com os presbíteros da igreja de Éfeso na praia; Atos 28.8,9 – Paulo ora pelos enfermos da ilha de Malta e os cura.
Em terceiro lugar, uma igreja cheia do Espírito tem uma profunda comunhão (2.42,44-46). Em uma igreja cheia do Espírito os irmãos se amam profundamente. Na igreja de Jerusalém os irmãos gostavam de estar juntos (2.44). Eles partilhavam seus bens (2.45). Eles apreciavam estar no templo (2.46) e também nos lares (2.46b). Havia um só coração e uma só alma. Onde desce o óleo do Espírito, aí há união entre os irmãos; aí ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre (Sl 133). Os crentes eram sensíveis para ajudar os necessitados (2.44,45). Eles converteram o coração e o bolso. Tinham desapego dos bens e apego às pessoas. Encarnaram a graça da contribuição. Concordo com Stott quando ele diz que a comunhão cristã e o cuidado cristão é compartilhamento cristão. Justo González enfatiza que o partir do pão não significa apenas que eles comiam junto. Refere-se à celebração da comunhão, que desde o início e por muitos séculos, é o centro da adoração cristã.
Em quarto lugar, uma igreja cheia do Espírito adora a Deus com entusiasmo (2.47). Uma igreja cheia do Espírito canta com fervor e louva a Deus com entusiasmo. O culto era um deleite. Eles amavam a casa de Deus. Uma igreja viva tem alegria de estar na casa de Deus para adorar. A comunhão no templo é uma das marcas da igreja ao longo dos séculos. O louvor da igreja era constante. Uma igreja alegre canta. Os muçulmanos têm mais de um bilhão de adeptos no mundo, mas eles não cantam. Uma igreja viva tem um louvor fervoroso, contagiante, restaurador, sincero, verdadeiro. O louvor que agrada a Deus tem origem no próprio Deus, tem como propósito exaltá-lo e tem como resultado quebrantamento dos corações. O culto verdadeiro produz reverência e alegria, pois, se a alegria do Senhor for obra do Espírito, o temor do Senhor também será autêntico.
Em quinto lugar, uma igreja cheia do Espírito teme a Deus e experimenta os seus milagres (2.43). Uma igreja cheia do Espírito é formada por um povo cheio de reverência. Ela tem compreensão da santidade de Deus. Ela se curva diante da majestade de Deus. Hoje as pessoas estão acostumadas com o sagrado. Há uma banalização do sagrado. Há saturação, comercialização e paganização das coisas de Deus. Quem conhece a santidade de Deus não brinca com as coisas de dele. A igreja de Jerusalém era reverente e também receptiva ao agir soberano de Deus. Tinha a agenda aberta para as soberanas intervenções do Senhor. Acreditava nos milagres de Deus. A manifestação extraordinária de Deus estava presente na vida da igreja: Atos 3 – O paralítico é curado; Atos 4.31 – O lugar onde a igreja ora, treme; Atos 5.12,15 – Muitos sinais e prodígios são efetuados; Atos 8.6 – Filipe realiza sinais em Samaria; Atos 9 – A conversão de Saulo é seguida da sua cura; Atos 12 – Pedro é libertado pelo anjo do Senhor; Atos 16.26 – Ocorre um terremoto em Filipos; Atos 19.11 – Pelas mãos de Paulo, Deus fazia milagres; Atos 28.8,9 – Deus cura os enfermos de Malta pela oração de Paulo. Hoje há dois extremos na igreja: aqueles que negam os milagres e aqueles que os inventam.
Em sexto lugar, uma igreja cheia do Espírito tem a simpatia dos homens e a bênção do crescimento numérico por parte de Deus (2.47). Essa igreja é simpática e amável. Ela é sal e luz. É boca de Deus e monumento da graça. Essa igreja tem qualidade e também quantidade. Cresce para o alto e também para os lados. Mostra vida e também números. A igreja de Jerusalém produziu impacto na sociedade por causa de seu estilo de vida. Era uma igreja comprometida com a verdade, mas não legalista; era uma igreja santa, mas não farisaica; era uma igreja piedosa, mas não com santorronice. Os crentes eram alegres, festivos, íntegros. Eles contagiavam. O estilo de vida da igreja impactava a sociedade: melhores maridos, esposas, filhos, pais, estudantes, profissionais. O resultado da qualidade é a quantidade. Deus mesmo acrescentava a essa igreja, dia a dia, os que iam sendo salvos. Temos hoje dois extremos: numerolatria e numerofobia. Precisamos entender que qualidade gera quantidade. A igreja crescia em números. A igreja crescia diariamente por adição de vidas salvas e por ação divina.
Vejamos o crescimento da igreja:
Pr. Ronaldo José Vicente. Formado em Teologia pela faculdade Mackenzie. Autor do livro “O profeta em Israel e a Justiça Social”. Faz parte de uma banda chamada “Templo de Fogo”, autor de diversas músicas sobre os profetas. Atualmente exerce o pastorado na Igreja “PorTuaCasa” localizada em São Paulo/Tatuapé́. Autor de vários artigos sendo disponibilizados sempre no site “Lagrimasportuacausa”.
Ouça também o ultimo trabalho da Banda Templo de Fogo:
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